Os GNR atuam este ano no Festival Rock na Vila. Foto arquivo: mediotejo.net

Para já ainda não foi divulgado o programa oficial, mas já está confirmada a atuação dos GNR no dia 15 de julho no Festival de Gastronomia do Maranho na Sertã, evento que decorre de 14 a 17 de julho.

A banda de Rui Reininho está de volta aos palcos para a celebração de mais de 40 anos de história. Já a 27 de maio vai atuar no Teatro Tivoli BBVA, onde irá apresentar um novo espetáculo, “com visual renovado e tendo como ponto de partida as canções de sempre como ‘Dunas’, ‘Efetivamente’, ‘Morte ao Sol’, ‘Ana Lee’, ‘Sub-16’, ‘Pronúncia do Norte’ e a mais recente ‘Quem?'”, segundo um comunicado da produtora.

No dia seguinte, a 28 de maio, os GNR actuam no JN North Fest, na Alfândega do Porto. A banda continua na estrada durante o mês de julho, com concertos marcados para o dia 10, em Oliveira do Bairro, e no dia 15 na Sertã.

Depois de dois anos de pausa forçada, por causa da pandemia, o Festival de Gastronomia do Maranho vai regressar à Alameda da Carvalha, na Sertã, de 14 a 17 de julho. Os preparativos começaram e nesta altura a Câmara avançou já com cinco procedimentos administrativos para cessão de exploração de lugares no evento.

Festival do Maranho regressa à Sertã de 14 a 17 de julho. Foto arquivo: mediotejo.net

Promovidos pelo Município da Sertã e publicados recentemente em edital, os referidos procedimentos referem-se à cessão de exploração de três lugares para confeção e venda de filhós e coscoreis, utilização do forno a lenha, cedência de quatro lugares para atividade de restauração e bebidas de caráter não sedentário, cessão de exploração de dois lugares para tasquinhas para venda de bebidas e cessão de exploração de quatro restaurantes.

Os diversos espaços a que se referem os procedimentos estarão localizados no recinto do Festival. 

Quem estiver interessado nos espaços deve apresentar as suas propostas em carta fechada até às 16h30 do dia 22 de abril.

Para outras informações, estão disponíveis os editais publicados no site do município, assim como os respetivos cadernos de encargos e programas de procedimento.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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