Festival Rock na Vila, em Vila de Rei. Créditos: CMVR

O Festival Rock na Vila atingiu a maioridade e regressou em grande, com duas noites memoráveis para os milhares de festivaleiros que se deslocaram ao Parque de Feiras de Vila de Rei, nas noites de 2 e 3 de junho, para a décima oitava edição do evento que é já um dos pontos altos da programação cultural da zona Centro do País.

Organizado pelo Município de Vila de Rei, o 18º Rock na Vila registou mais um enorme sucesso, com espetáculos musicais e milhares de pessoas na assistência a grandes nomes do panorama musical nacional.

O vice-presidente da autarquia e responsável pelo pelouro da Juventude, Paulo César Luís, realçou que “esta décima oitava edição do Festival Rock na Vila foi fantástica! Os espetáculos em palco foram de uma qualidade elevadíssima, com o público a aderir em grande número e a dar-nos um feedback muito, muito positivo. O Rock na Vila está, cada vez mais, consolidado com um Festival de referência na região Centro e, este enorme sucesso, veio reforçar o seu nome no panorama musical nacional”.

Cruzeiro do Sul e Dealema, na noite de 2 de junho, e Vira Lata e Hybrid Theory, na segunda noite do Festival, levaram o público ao rubro.

Na tenda eletrónica, os DJs Cromos da Noite e DJs Art’Uritos, na noite de sexta, e DJ Nicevenn e a dupla DJ Pete Days e DJ Salavisa animaram a pista até aos primeiros raios de sol das manhãs seguintes.

Festival Rock na Vila, em Vila de Rei. Créditos: CMVR

O evento registou, mais uma vez, uma grande afluência de campistas, com centenas de pessoas a acampar no espaço disponibilizado para o efeito pelo Município de Vila de Rei.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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