"Os Pépétos" fizeram rir o público em 2018 com a história de uma viúva recém-casada que descobre que o primeiro marido está vivo. O Cenourém regressa a 22 de abril, após dois anos de pandemia. Foto: mediotejo.net

Após um interregno forçado devido à pandemia, o XXII Cenourém – Festival de Teatro Amador regressa este mês, estando o primeiro espetáculo marcado para dia 22 de abril no Teatro Municipal de Ourém. A 22.ª edição do festival apresenta um novo formato, que passa por disseminar as apresentações ao longo do ano, até novembro, e explorar as potencialidades da nova sala de espetáculos, o Teatro Municipal de Ourém, inaugurado em 2021.

A iniciativa regressa com um novo formato, mas “sempre com o objetivo de valorizar e promover o trabalho que as associações e escolas do concelho desenvolvem nesta importante expressão artística que é o teatro”, realça a autarquia.

Considerado “um marco incontornável no panorama cultural concelhio”, o Cenourém vai desenrolar-se entre abril e novembro, contribuindo para o desenvolvimento do gosto pelo teatro e para a formação de novos públicos.

“Falar a Verdade a Mentir” será o primeiro espetáculo do XXII Cenourém, apresentado no dia 22 de abril pelo Clube de Cultura e Artes da Biblioteca Escolar da Escola Básica e Secundária de Ourém, a partir das 21h30. Os ingressos têm o preço de 3 euros (que revertem para os grupos de teatro em causa) e já estão disponíveis em Bol.pt, lojas Worten, Fnac, CTT e na Bilheteira TMO.

Cinco grupos de teatro vão apresentar trabalho no palco do Teatro Municipal, “contribuindo para o desenvolvimento do gosto pelo teatro e para a formação de novos públicos”.

O Cenourém é um “marco incontornável no panorama cultural concelhio” e começa no dia 22 com “Falar a verdade a mentir”, pelo Clube de Cultura e Artes da Biblioteca Escolar da Escola Básica e Secundária de Ourém.

Em maio, o Movimento P’ró Palco da Associação dos Andrés apresenta-se no Teatro Municipal de Ourém no dia 15 e depois o Cenourém faz um interregno durante o verão, regressando no outono, durante novembro, com peças dos grupos de teatro “Os Pépétos” (Grupo Desportivo Sobralense), Alcateia (Academia de Música Banda de Ourém) e Apollo (Centro Cultural e Recreativo de Peras Ruivas).

c/LUSA

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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