Foto arquivo: Luís Ribeiro

Foi em ambiente de festa e de celebração que as Marchas Populares de Santo António regressaram às ruas de Ferreira do Zêzere no dia 10 de junho, cumprindo um tradição muito arreigada na população. A noite em que desfilaram oito marchas representativas de outras tantas coletividades, foi feita feita de cor, música e alegria e com milhares de pessoas nas ruas.

Numa noite com temperatura amena e com a chuva a dar tréguas ao santo padroeiro, as marchas fizeram a sua atuação inicial em frente ao edifício dos Paços do Concelho, e apresentaram depois o seu espetáculo e as suas coreografias no edifício do mercado, um espaço amplo e dotado de bancadas amovíveis, com capacidade para 500 lugares sentados, e onde mais pessoas puderam assistir ao espetáculo.

Oito marchas participaram na festa popular. Foto: Luís Ribeiro

As marchas presentes nesta 34ª edição das Marchas Populares de Santo António foram as Grupo Desportivo/Rancho Folclórico e Etnográfico da Vila de Pias, Agrupamento de Escolas de Ferreira do Zêzere, Casa do Povo de Ferreira do Zêzere, Associação Desportiva e Recreativa de Águas Belas, Agrupamento de Escuteiros 988, Rancho Folclórico da Alegria do Alqueidão de Stº Amaro, Sport Club de Ferreira do Zêzere, e Sociedade Filarmónica Ferreirense.

Marchas Populares de Santo António são imagem de marca de Ferreira do Zêzere. Foto: Luís Ribeiro

Os oito grupos começaram por ser recebidos pelos autarcas na praça em frente ao edifício da Câmara e dali seguiram para o recinto do mercado onde, uma a uma, as marchas desfilaram perante largas centenas de espetadores.

FOTOGALERIA de LUÍS RIBEIRO:

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Natural e residente em Tomar, tem como profissão Distribuidor, mas é com a fotografia que se identifica. É amante desta arte em geral, mas a sua verdadeira paixão é a Natureza e Vida Selvagem e os Retratos. É autor do livro de fotografia “Alma Nabantina” e fundador/administrador dos grupos do Facebook “Amigos da Fotografia de Tomar” e "Fauna de Tomar”. Colabora na área de fotografia na imprensa regional e local e já em 2018 foi júri convidado de dois concursos de fotografia. Neste ano conta também com duas exposições de fotografia coletivas, preparando atualmente a terceira.

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