Equipas de engenharia militar têm estado a dar apoio na desobstrução de estradas, na sequência da tempestade Kristin. Créditos: Exército Português

O porta-voz do Exército anunciou foi determinada este sábado “a mobilização de sete equipas de intervenção para Tomar e seis equipas de intervenção com motosserra para Ferreira do Zêzere”, encontrando-se “ainda em fase de mobilização cinco geradores”.

Até ao momento, o Exército tinha mobilizado na quarta-feira um destacamento de engenharia para Ferreira do Zêzere, com uma máquina e três militares, para ajudar a desobstruir estradas.

Na quinta-feira, foram mobilizados outros três destacamentos de engenharia – uma para a Marinha Grande e dois para Ferreira do Zêzere – e três módulos de geradores para Alvaiázere, no distrito de Coimbra, para acionar eletrobombas de captação de água, dar apoio aos bombeiros e a um lar de idosos.

Em Tomar, o Exército está a assegurar o alojamento a 48 bombeiros desde quinta-feira e a dar apoio ao município com uma equipa de desobstrução de estradas, equipada com motosserras.

O Exército mobilizou na sexta-feira mais dois destacamentos de engenharia para Vieira de Leiria e um módulo de energia para restabelecer as condições de funcionamento do Centro Social e Paroquial de Tomar.

Face às necessidades no terreno, muitos autarcas têm pedido apoio dos militares, caso da autarquia de Ourém, por exemplo. O porta-voz do Exército clarificou hoje que ainda estão disponíveis três destacamentos de engenharia, oito modelos de energia, dez unidades militares que poderão acolher até mil pessoas, um modelo de alimentação com capacidade para 100 pessoas e nove equipas de motosserristas, mas para avançarem para o terreno precisam de ordens específicas.

“O Exército prevê manter o dispositivo em prontidão e, em função das necessidades sinalizadas pelas autoridades competentes, continuar a incrementar e mobilizar meios”, refere o porta-voz deste ramo das Forças Armadas.



Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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