Dança Contemporânea, Música e Poesia “Flor da Liberdade” pela Associação Cultural Dancenema.

O Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, recebe na quarta-feira, 30 de abril, às 21h30, o espetáculo de dança contemporânea, música e poesia “Flor da Liberdade”, pela Associação Cultural Dancenema.

Em celebração do 25 de Abril, dança-se a poesia, toca-se a dança e declama-se a música, numa saudação à Liberdade conquistada na Revolução de Abril.

Em palco revela-se uma composição artística impressionante, em que a sensação e emoção de Liberdade e Democracia consegue atingir o público, sendo transferida para a audiência a energia dos intérpretes, impactando o público.

Um espetáculo de Dança Contemporânea simbiótico que acaba por revelar, de uma forma muito própria, a conquista de liberdade, da democracia na revolução de abril de 1974.

“Flor da Liberdade” tem direção artística, conceito e coreografia de Nilsen Jorge, conta com Thora Nadeshka, Miguel Querido, Catarina Marques, Tiffanie Millenka como intérpretes criadores e, também, com o ator Rafael Couto, o guitarrista e cantor Diogo Caetano e os bailarinos Daniela Afonso, Maria João Barata, Mariana Justino e Sofia Afonso.

“Flor da Liberdade” é um espetáculo financiado pela DGARTES, ao abrigo do apoio à programação RTCP.

Os bilhetes têm o valor único de 4 euros, podendo ser adquiridos na bilheteira do Centro Cultural ou na Ticketline em https://ticketline.sapo.pt/evento/danca-flor-da-liberdade-comemoracoes-25abri-91411 .

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *