A Escola Profissional de Torres Novas (EPTN) voltou a apostar na dimensão internacional do ensino ao participar, durante o mês de março, em várias mobilidades inseridas no programa Erasmus+, envolvendo alunos e professores em experiências educativas além-fronteiras.
As iniciativas decorreram em diferentes países europeus e abrangeram áreas como a cidadania, a formação pedagógica e a cooperação no ensino profissional, refletindo o compromisso da escola com a internacionalização e a valorização das competências da sua comunidade educativa.
Entre os dias 9 e 13 de março, um grupo composto por 14 alunos e 4 professores participou numa visita de estudo a Bruxelas, realizada em parceria com o Colégio Calazan Santurzi, de Bilbau. A atividade teve como principal objetivo o desenvolvimento de competências de cidadania e literacia política, incluindo visitas ao Parlamento Europeu, ao Parlamentarium e à Casa da História Europeia, permitindo aos participantes aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento das instituições europeias e o processo de integração do continente.

Já entre 23 e 28 de março, as docentes Ana Alves e Filomena Reis participaram numa ação de formação internacional em Helsínquia, na Finlândia, dedicada aos sistemas educativos finlandês e estónio. A formação incluiu sessões teóricas, visitas a escolas e momentos de partilha entre profissionais, proporcionando contacto direto com práticas pedagógicas reconhecidas a nível europeu.
Em paralelo, a escola esteve também representada na Hungria pelos professores Olga Carvalho e Sérgio Martins e pela coordenadora Erasmus+, Catarina Silva, no âmbito do projeto “Roots Tourism”. Esta iniciativa, desenvolvida em parceria com entidades de vários países europeus, foca-se na valorização das raízes culturais e no desenvolvimento de competências ligadas ao turismo, com especial enfoque na sustentabilidade e na cooperação internacional.
As diferentes mobilidades contribuíram para uma aprendizagem diversificada e complementar, reforçando a estratégia da EPTN na promoção da cidadania europeia, da inovação pedagógica e do diálogo intercultural. A participação contínua no programa Erasmus+, iniciada no ano 2000, continua assim a afirmar-se como um dos pilares da atividade da escola.


