“Volto Já”: António Raminhos leva humor e reflexão ao Cineteatro São João. Foto: DR

O Cine- Teatro São João, no Entroncamento, recebe no sábado, 24 de janeiro, às 21h30, o humorista António Raminhos com o espetáculo de stand up comedy “Volto Já”, um projeto de humor a solo que parte de um tema sensível para divertir e fazer refletir o público. No domingo, às 16h00, o equipamento cultural vai ser palco do teatro musical infantil “Caju e Bambu – Uma Odisseia na Terra”.

No sábado, António Raminhos vai protagonizar um monólogo no Entroncamento que tem por base um tema sério: o seu medo da morte. Um medo real, associado à ansiedade e à perturbação obsessiva-compulsiva, que acabou por dar origem a este espetáculo, concebido não apenas para provocar gargalhadas, mas também para “desconstruir” esse sentimento.

Com o seu habitual humor nonsense e, por vezes, negro, o comediante partilha reflexões sobre o que significa viver num mundo onde a morte é inevitável, abordando experiências pessoais, funerais, tradições fúnebres e os absurdos do quotidiano ligados à finitude da vida.

Depois de “Não Sou Eu, é a Minha Cabeça” e “Não Prometemos Para Mais Ninguém”, “Volto Já” propõe transformar a indesejada visita da morte num momento de pura comédia, ressignificando o luto e celebrando a vida.

O espetáculo promete uma noite de humor, reflexão e leveza, garantindo que o público sai da sala com um sorriso no rosto e uma nova perspetiva sobre um dos maiores medos humanos.

Os bilhetes têm o valor de 12 euros e estão disponíveis na Worten, Fnac, CTT, em www.bol.pt e na bilheteira do Cineteatro São João, no próprio dia, uma hora antes do espetáculo, caso não esgotem previamente.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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