Entroncamento distinguido pela quarta vez consecutiva como Entidade Empregadora Inclusiva. Foto: CME

O município do Entroncamento foi recentemente reconhecido, pela quarta vez consecutiva, com a “Marca de Entidade Empregadora Inclusiva”, distinção atribuída pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) em parceria com a Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE), a Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas (APG) e o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal).

A distinção, referente ao trabalho desenvolvido nos anos de 2023 e 2024, visa reconhecer organizações que promovam um mercado de trabalho aberto e inclusivo para pessoas com deficiência, destacando-se em práticas de recrutamento, desenvolvimento profissional, acessibilidade e integração nas equipas. Ao todo, 77 entidades foram distinguidas nesta edição, das quais oito receberam a menção de Excelência.

Para o presidente da Câmara Municipal, Nelson Cunha, citado em nota de imprensa, esta é “a confirmação de que estamos no caminho certo: um município que integra, valoriza e cria condições para que cada pessoa possa contribuir plenamente para a nossa comunidade”.

A “Marca de Entidade Empregadora Inclusiva” é atribuída de dois em dois anos e pretende reconhecer publicamente entidades públicas, privadas ou do setor social que implementem políticas e práticas de referência na integração e inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, através de medidas como adaptação de condições de trabalho, reorganização de processos e integração efetiva em equipas.

O município do Entroncamento reforçou o seu compromisso com a inclusão e a promoção de oportunidades equitativas para todos os cidadãos, tendo o trabalho desenvolvido sido destacado no âmbito do desenvolvimento de práticas inclusivas no território nacional.

Conheça (AQUI) as entidades distinguidas na edição de 2025.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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