Câmara do Entroncamento e Ministro avançam na reabilitação de infraestruturas estratégicas. Foto: CME

O presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, Nelson Cunha, reuniu-se na segunda-feira, dia 5 de janeiro, com o Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, para tratar da necessidade urgente de requalificação da Estação Ferroviária do Entroncamento e do Bairro Ferroviário da Rua Latino Coelho.

Durante o encontro, Cunha destacou o papel estratégico da estação para a mobilidade regional e nacional, alertando para os impactos negativos da degradação na qualidade de vida dos residentes, na segurança e na atratividade urbana.

Em nota de imprensa, a autarquia indica que o Nelson Cunha também sublinhou a necessidade de intervenção no bairro ferroviário, uma área de elevado valor histórico e social, que carece de obras de reabilitação profundas.

Segundo o município, o ministro Miguel Pinto Luz mostrou abertura para estudar soluções e anunciou que o seu gabinete irá agendar uma reunião com a Infraestruturas de Portugal (IP) para avaliar projetos e definir caminhos para concretizar as intervenções.

No final da reunião, Nelson Cunha afirmou, citado na nota informativa: “Saio desta reunião confiante e satisfeito com a abertura demonstrada pelo senhor Ministro. A requalificação da estação ferroviária e do bairro ferroviário é uma prioridade para o Entroncamento, e este é um passo importante para encontrarmos soluções concretas em articulação com a Infraestruturas de Portugal.”

A Câmara do Entroncamento afirma que continuará a acompanhar de perto o processo, reforçando o compromisso com a valorização do território, a melhoria das infraestruturas e a qualidade de vida da população.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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