A Câmara Municipal do Entroncamento vai formalizar esta terça-feira, dia 24 de março, um protocolo de cooperação para a utilização e manutenção do sistema de videovigilância na cidade, numa sessão marcada para as 11h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
A cerimónia será presidida por Nelson Cunha, atual presidente da autarquia, e insere-se na estratégia da Câmara do Entroncamento de reforço da segurança urbana e da prevenção da criminalidade no concelho.
O sistema de videovigilância tem vindo a assumir um papel crescente nas políticas públicas de segurança em vários municípios portugueses, funcionando como ferramenta complementar ao trabalho das forças de segurança. No caso do Entroncamento, a implementação desta infraestrutura resulta de um processo que envolveu autorizações governamentais e pareceres das entidades competentes, nomeadamente no que diz respeito à proteção de dados e à salvaguarda da privacidade dos cidadãos.
Nos últimos anos, o município tem vindo a manifestar a intenção de avançar com soluções tecnológicas que permitam melhorar a vigilância em pontos estratégicos da cidade.
Depois de ter sido aprovado em novembro de 2022 e assinado a 18 de janeiro de 2023, pelo presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, Jorge Faria, e pelo Comandante Distrital de Santarém da PSP, Paulo Quinteiro, o protocolo de cooperação entre o município e a Polícia de Segurança Pública aposta na segurança da cidade, através da videovigilância das ruas do concelho.
O sistema de videovigilância esteve em fase de testes em 2023, de forma a aferir o melhor modelo a implementar nos vários locais da cidade.
A instalação das câmaras de videovigilância visa “proporcionar as melhores condições de bem-estar”, sendo entendido como um “meio auxiliar para a manutenção da segurança e ordem pública”.






Devia se instalado em todas as cidades vilas e aldeias e monitorizado em tempo real com alertas para PSP GNR e bombeiros. Salvaria muita gente.
Em primeiro lugar deveria ser feita uma campanha de bons comportamentos éticos e cívicos, posteriormente recorrer a vigilância eletrónica mas cuidado com o modos operando da mesma, nada substitui a vigilância de proximidade das Forças.