Entroncamento assinalou 77 anos de dedicação dos seus Bombeiros Voluntários. Foto: CME

As comemorações do 77.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Entroncamento decorreram dia 10 de janeiro, incluindo missa, romagem ao cemitério, desfile apeado e motorizado, sessão solene e batismo de viaturas, tendo o dia sido marcado pela oferta de duas viaturas operacionais pelas Juntas de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima e de São João Baptista.

A manhã iniciou-se com a tradicional alvorada e toque de sirenes, seguindo-se o içar da bandeira. Na Igreja de Nossa Senhora de Fátima realizou-se uma missa em memória dos diretores, associados e bombeiros falecidos, à qual se seguiu a romagem ao cemitério e o desfile apeado pelas ruas da cidade.

A sessão solene teve lugar no Centro Cultural do Entroncamento, reunindo entidades convidadas, bombeiros e comunidade. Durante a cerimónia foram atribuídos louvores, condecorações e promoções, procedendo-se igualmente ao batismo de viaturas, num momento simbólico de valorização do trabalho desenvolvido pela corporação.

O presidente da Câmara do Entroncamento, Nelson Cunha, destacou que “são 77 anos marcados por milhares de ocorrências, por incontáveis horas de prontidão, por gestos muitas vezes silenciosos de solidariedade e por um compromisso inabalável com a proteção da vida humana, dos bens e do ambiente”.

O autarca reforçou ainda, em nome do município, o compromisso de cooperação institucional e de apoio contínuo à Associação Humanitária, sublinhando que “a segurança das populações constrói-se em rede, com diálogo, planeamento e investimento”.

As comemorações encerraram com um desfile de viaturas pela cidade, simbolizando a ligação histórica da corporação à população do Entroncamento e reconhecendo o papel fundamental dos homens e mulheres que, ao longo de mais de sete décadas, têm servido a comunidade com profissionalismo, altruísmo e espírito de missão.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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