Diogo Mal e Cura leva «Ante Estreia» à Black Box da Central do Caldeirão. Foto: TV

O músico torrejano Diogo Mal e Cura sobe ao palco da Black Box da Central do Caldeirão na sexta-feira, dia 23 de maio, às 21h30, em Torres Novas, para a apresentar o seu primeiro álbum de originais. Também este fim de semana, em Torres Novas, estreia o Atelier Teatral dos Miúdos, do projeto «Teatro em Formação» do Virgínia, no sábado, 24 de maio, às 18h00.

Diogo Mal e Cura é um canto de autor recente com conquistas consideradas “notáveis”. Em 2024 lança o primeiro single intitulado «Só Queria» que marca o início do projeto. Nesse mesmo ano vê ainda o seu tema «Só Mais Uma Coisa» selecionado para integrar o conhecido filme Balas e Bolinhos 4. Neste espetáculo de sexta-feira, vai apresentar o primeiro álbum, que conta com temas pop de traços soul, reggae e r&b. Este trabalho é a “montra” do projeto que promete captar a atenção de todos.

Diogo Mendes nasceu em Torres Novas e cedo começou a conviver com a música, através da família. Começa a cantar na adolescência, e desde então tem estado em vários projetos como cantor, tendo já no seu curriculum centenas de horas em palco. Em 2024 lança-se pela primeira vez a solo com o projeto em nome próprio «Diogo Mal e Cura». Os bilhetes têm o custo de 6 euros.

Atelier Teatral dos Miúdos estreia «Tan-Trum»

Também este fim de semana, em Torres Novas, estreia o Atelier Teatral dos Miúdos, do projeto «Teatro em Formação» do Teatro Virgínia, no sábado 24 de maio, pelas 18h00, pela Tan-Trum.

A peça resulta de um texto e criação coletiva entre encenadores (Nuno Pinheiro e Raquel André) e elenco (Adriana Estevão, Aurora Andrade, Afonso Matos, Benjamim Ponte, Carminho Costa, Duarte Almeida, Inês Cabral, Inês Lopes, Íris Mota, Joana Ferreira, Juliana Moitas, Maria Carolina Carvalho, Maria Clara Figueiras, Martinho Oliveira, Matilde Rodrigues, Pedro Ferreira, Sofia Ferreira, Soraia Lobo, Vitória Pombo).

De acordo com a sinopse: «Se estão aqui hoje, é porque receberam a mensagem secreta para a nossa revolução. Uma reunião para reivindicar, para R-E-I-V-I-N-D-I-C-A-R, para REIvindicar, para vindicar uma posição, para fazer uma revolução. Organizem-se: ficará tudo escrito – com data, local e lista de urgências. Poderia ser apenas poesia, mas cada vez mais é uma revolução poética-necessária-urgente-reivindicativa de um futuro mais que possível depois de um passado-mais-que-imperfeito. Se acham que as crianças reclamam, preparem-se: a birra será imprescindível para que a ata de urgências seja cumprida».

Os bilhetes têm o custo de 8,5 euros, sendo aplicáveis descontos.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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