Em março de 1916, a Alemanha declara guerra a Portugal.

Por cá, como prova de força e de demonstração de capacidade de mobilização, ergue-se em Tancos a cidade de Paulona onde 20 000 soldados treinam e preparam-se para o que se viria a confirmar ser inútil.

De entre toda a logística necessária, são construídas pontes no rio Tejo, entre Tancos e Arripiado, com o recurso a barcas.

E a história não deixa de nos surpreender.

100 anos depois, quando estamos a evocar a I Grande Guerra Mundial vem-me à memória o exercício TRIDENT JUNCTURE 2015, da NATO, onde eu e largas dezenas de pessoas atravessámos o rio Tejo precisamente entre Tancos e Arripiado, numa ponte montada com recurso a tecnologia e equipamento alemão.

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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