Ontem foi o Dia de Nossa Senhora da Conceição. No Sardoal realizou-se uma procissão logo após a celebração da Eucaristia na Igreja Matriz. E, como é habitual, saí de casa com a máquina fotográfica para fazer uns registos. Andei de um lado para o outro, olhei para os mesmos locais do ano passado, onde estão quase as mesmas pessoas, tentei um novo motivo, experimentei uma nova perspectiva, mas acabei como algumas vezes: a cair nas mesmas rotinas.
Desta vez havia sol e lá tentei umas sombras mais pronunciadas ou uns planos mais apertados em contra-luz tentando, talvez, apanhar um rosto mais convincente. Subi a rua, desci, fui ao lado da procissão, voltei atrás, olhei para aqui, olhei para ali e voltei ao início.
Por fim já só restava o Adro da Igreja para assistir à chegada da Procissão e ali talvez fazer o ponto final do trabalho. Mas desta vez voltei a entrar na Igreja Matriz: chamou-me a atenção a Filarmónica União Sardoalense, que acompanhava a procissão, ter entrado também e ainda estar a tocar.
Afinal, estava ali dentro “a” fotografia final, pensei logo quando entrei e vi aquele ambiente. De resto foi só esperar uns minutos que a Igreja ficasse vazia.
Uma boa semana.
(Fotografia: Igreja Matriz de Sardoal, 8 de dezembro de 2018)
