Maninho, Julinho KSD e João Pedro Pais animam Festas da Boa Viagem. Foto arquivo: Luís Flores

As festas em honra da Senhora da Boa Viagem regressam a Constância de 3 a 6 de abril, celebrando uma marca histórica: os 40 anos das Festas do Concelho. Para assinalar a efeméride, a Câmara Municipal anunciou um cartaz renovado que traz como principais cabeças de cartaz Julinho KSD, Maninho, Bandidos do Cante e João Pedro Pais, prometendo atrair milhares de visitantes à “Vila Poema”.

O programa musical arranca na sexta-feira, dia 3 de abril, com a atuação de Julinho KSD, acompanhado por Íris Maravilha e Funkoff. No sábado, dia 4, o palco pertence a Maninho e ao projeto Remember, seguindo-se os Bandidos do Cante no domingo, dia 5 de abril.

O encerramento das festividades, na segunda-feira de Páscoa, ficará a cargo do conceituado João Pedro Pais.

Festas da Nossa Senhora da Boa Viagem, em Constância, ocorrem sempre pelo período da Páscoa. Foto arquivo: Paulo Jorge de Sousa

O Dia do Concelho, a 6 de abril, continuará a ser o ponto alto dos festejos, centrando as atenções nas cerimónias religiosas que definem a identidade deste município ribeirinho.

Ruas floridas são uma das imagens de marca das festas de Constância. Foto: Ricardo Escada

Destacam-se a Missa Solene, a Procissão em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem e as tradicionais Bênçãos dos Barcos, nos rios Tejo e Zêzere, e das viaturas na Praça Alexandre Herculano.

Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem, em Constância. Créditos: José Paulo Marques

Para além da vertente musical e religiosa, o evento mantém a sua forte componente cultural e desportiva, incluindo o Grande Prémio da Páscoa em Atletismo, diversas exposições, artesanato, ruas floridas, tasquinhas de gastronomia regional e doçaria tradicional.

Realizadas anualmente, as Festas do Concelho de Constância reafirmam o seu objetivo de preservação e valorização dos costumes, das tradições e das vivências locais, celebrando este ano quatro décadas de história.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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