Festas da Nossa Senhora da Boa Viagem, em Constância. Créditos: Luís Ribeiro

No próximo dia 1 de abril, (Segunda Feira da Boa Viagem / Feriado Municipal), por volta das 13h00, vão chegar a Constância dezenas de embarcações de muitos municípios ribeirinhos para participar nas cerimónias do Dia do Concelho, no celebrar da tradição dos marítimos com a benção da Senhora da Boa Viagem.

Recebidas com salva de foguetes e saudação musical pela Banda da Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro, as embarcações são representativas de muitos municípios ribeirinhos do Tejo, bem como de alguns particulares do vale do Zêzere.

Os barcos vão participar num grandioso cortejo fluvial nos rios Tejo e Zêzere para receberem as Bênçãos de Nossa Senhora da Boa Viagem que, em terra, percorre as ruas da vila, em Procissão de rara beleza e envolvimento religioso.

As tripulações das embarcações estarão trajadas ao modo das épocas de então, lembrando os tempos em que os rios eram estradas e deles vinha o ganha-pão de grande parte da população.

As cerimónias religiosas em louvor de Nossa Senhora da Boa Viagem terão início às 15h30, com a Missa Solene, seguindo-se a Procissão com as Bênçãos dos Barcos, nos rios, e das viaturas, na Praça Alexandre Herculano.

Registe-se que, para além destas manifestações, as Cerimónias do Dia do Concelho, vão ter início às 11h00 com o Içar das Bandeiras e a homenagem ao Comendador António Mendes, nos Paços do Concelho, com Guarda de Honra prestada pelos Bombeiros Voluntários de Constância e a presença da Banda da Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro, ao que se seguirá a cerimónia de Distinção dos Funcionários do Município com 10, 20 e 30 de serviço.

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A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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