A comitiva durante a visita na segunda-feira da Boa Viagem às ruas floridas. Foto: mediotejo.net

O Dia do Concelho de Constância foi assinalado esta segunda-feira, dia 17, com diversos momentos oficiais. A comitiva foi recebida por Júlia Amorim, presidente da autarquia, acompanhada por António Mendes, presidente da Assembleia Municipal, e depois da cerimónia no Salão Nobre percorreu as ruas floridas e assistiu à chegada das embarcações que subiram o rio Tejo para receber a bênção de Nossa Senhora da Boa Viagem.

A cerimónia nos Paços do Concelho antecedeu a visita às ruas floridas. Fotos: mediotejo.net

Os músicos da Banda da Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro e os Bombeiros Voluntários de Constância estiveram presentes no primeiro momento do programa, quando as bandeiras foram içadas. O Salão Nobre dos Paços do Concelho recebeu de seguida os funcionários municipais distinguidos pelos 10, 20 e 30 anos de serviço no município, tendo-se juntado a homenagem a quem trabalhou na autarquia ao longo de quatro décadas.

As ruas da vila foram então percorridas pelos representantes de diversas entidades com paragens para cumprimentar munícipes e degustar alguns produtos locais, entre os quais os doces típicos Queijinhos do Céu. A presença anunciada do Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, para assistir à chegada das embarcações engalanadas acabou por não se confirmar.

A visita às ruas floridas teve direito a banda e Queijinhos do Céu. Fotos: mediotejo.net

Após o momento simbólico na margem do rio Zêzere, a comitiva deu continuidade à tradição do piquenique pascal dos marítimos, almoçando na vila. As cerimónias religiosas tiveram início à tarde com a Eucaristia solene e procissão em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem, seguidas pela bênção dos barcos nos rios Tejo e Zêzere e a bênção das viaturas na Praça Alexandre Herculano.

Na abertura oficial das Festas de Constância, sábado à tarde, foi apresentado o novo símbolo institucional do município, da autoria do designer Paulo Passos.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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