Os HMB atuam na segunda-feira em Constância. Foto arquivo: Luís Carmo

Os cabeças de cartaz das Festas de 2024 são Blaya, Anjos, Miguel Azevedo e HMB, artistas que atuam nos dias 29, 30, 31 de março e 1 de abril, respetivamente. Muitos outros momentos musicais estão agendados onde se integrarão os Rocket, Bombatuke, DJ Hugo Rafael, Disco Carrillon, Folclore, a Música à Tarde, com a participação da Banda da Associação Filarmónica Montalvense, dos PVGNA TAGI e do Grupo de Cantares da Casa do Povo de Montalvo.

No domingo, a tarde é de folclore. Às 16h30 sobe ao Palco Camões o Rancho Folclórico ‘Os Camponeses ‘ de Malpique, de Constância, o Rancho Folclórico de S. Miguel de Carregueiros, de Tomar, e o Rancho Folclórico ‘Os Pescadores’ de Tancos, de Vila Nova da Barquinha.

O Grande Prémio da Páscoa em Atletismo, feira de artesanato e de doçaria, exposições, música, ruas floridas, tasquinhas, gastronomia, doçaria e muita animação são as diversas vertentes que constituem a iniciativa.

O Dia do Concelho, segunda-feira de Páscoa, 1 de abril, no qual decorrerão as cerimónias religiosas, voltará a ser o ponto alto dos festejos, dos quais se destacam a Missa Solene, a Procissão em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem e as Bênçãos dos Barcos nos rios Tejo e Zêzere e das viaturas na Praça Alexandre Herculano.

A Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem realiza-se anualmente e tem como principais objetivos a “preservação e a valorização dos costumes, das tradições e das vivências locais”.

A chuva que tem caído nos últimos dias, e que se prevê para este fim de semana, impede Constância de se vestir com flores de papel por ocasião da Páscoa da forma imponente como tem acontecido nas últimas edições. O executivo municipal aconselhou a população a “guardar” o trabalho para o próximo ano, sendo a criação das flores uma tarefa partilhada por escolas, instituições e moradores de todo o concelho. Segundo o presidente da Câmara, as ruas floridas desta vez serão “pequenos apontamentos” com flores de plástico.

O brilho da festa e a celebração da tradição e da identidade de um povo e dos marítimos estará assegurada.

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A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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