O Pimento Agridoce venceu a 1ª edição do Prémio Food Fab Lab da Tagusvalley. Foto: arquivo/ mediotejo.net

O Tagusvalley – Parque de Ciência e Tecnologia, em Abrantes, prorrogou o prazo de candidaturas e está a aceitar até 7 de setembro inscrições para a 7.ª edição do prémio ‘Food Fab Lab’. Este prémio destina-se a quem tem um produto alimentar inovador e pretenda testá-lo ou criar um negócio alimentar.

Podem candidatar-se a este concurso, que tem como objetivo premiar produtos capazes de dar resposta aos desafios e tendências de consumo atuais, sobretudo de reforço de cadeias de abastecimento e consumo de produtos locais, pessoas a título individual ou empresas.

Os critérios de avaliação são a inovação, a degustação e o potencial de mercado e os interessado podem candidatar-se com qualquer produto alimentar, doce ou salgado, em qualquer conformação ou estado físico, de qualquer fileira alimentar, desde que transformado.

De acordo com a organização, para além de pretender fomentar o desenvolvimento de novos produtos, este concurso pretende também catalisar o arranque de projetos de transformação alimentar assim como potenciar a economia e inovação no setor.

A submissão de candidaturas, que decorreria inicialmente até 13 de julho, pode ser efetuada até 7 de setembro através do formulário online disponível AQUI, estando aberta a empresas, empreendedores e qualquer pessoa com mais de 18 anos, com produtos alimentares transformados, prontos a consumir.

ProYoGut venceu a 6ª edição do prémio Food Fab Lab. Foto: CMA

São três as categorias a concurso.

Prémio FOOD FAB LAB: A atribuir ao produto que reunir a maior pontuação nas diversas categorias de avaliação: Inovação (30%); Potencial de Mercado (30%) e Análise Sensorial (Degustação) (40%).

Prémio Inovação: A premiação da inovação confere aos vencedores o mérito pela excelência da criatividade, originalidade e/ou tipo de inovação apresentada.

Prémio Potencial de Mercado: A premiação do potencial de mercado confere aos vencedores o mérito pela potencialidade máxima do produto para a entrada no mercado, o valor acrescentado inerente e a possibilidade de promover a economia.

Prémio Degustação: A premiação da degustação confere aos vencedores o mérito pela suprema diferenciação e excelência sensorial, paladar e flavour, em todos os seus atributos organoléticos e sensitivos.

Inov Linea no Tagusvalley, em Abrantes. Créditos: DR

A organização refere ainda que os prémios dão acesso à utilização do Food Fab Lab no Centro de Transferência de Tecnologia Alimentar INOV’LINEA, um espaço de uso partilhado para a produção de produtos alimentares, apoio técnico nas áreas do licenciamento, rotulagem, obrigações legais, processo produtivo, uma análise sensorial de aceitação, uma análise sensorial de preferência e acompanhamento no desenvolvimento do modelo de negócio.

A edição deste ano seguirá várias etapas:

  • Pré-seleção de 8 candidaturas;
  • Apresentação ao júri com prova sensorial;
  • Avaliação com base nos critérios de Inovação (30%)Potencial de Mercado (30%) e Análise Sensorial (40%).
  • Serão atribuídos quatro prémios:
  • Prémio FOOD FAB LAB (1.500€ em serviços do INOV.LINEA),
  • Prémio Inovação,
  • Prémio Potencial de Mercado,
  • Prémio Degustação (cada um com 500€ em serviços do INOV.LINEA).
  • Os vencedores beneficiarão de serviços especializados nas áreas de desenvolvimento de produto, introdução no mercado e apoio empresarial, no ecossistema dinâmico do TAGUSVALLEY.
  • O Júri desta edição conta com nomes de referência do setor agroalimentar e da inovação nacional:
  • Teresa Mariano | APN – Associação Portuguesa de Nutrição
  • Marlos Silva | MC Sonae
  • Helena Mira | Escola Superior Agrária de Santarém – Instituto Politécnico de Santarém
  • Deolinda Silva | PortugalFoods
  • Conceição Pereira | TAGUS Ribatejo Interior
  • Ana Tasso | Casa Mendes Gonçalves
  • Nelson Félix | Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril
  • Miguel Teixeira | Colab4Food
  • Com esta iniciativa, o TAGUSVALLEY indica que “reafirma o seu compromisso com a valorização do território, o apoio ao tecido empresarial e a promoção de soluções inovadoras que respondam aos desafios do setor agroalimentar”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *