Foto: Arlindo Camacho

Integrado nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, o músico e compositor Sérgio Godinho & Os Assessores apresentam no dia 6 de abril, em Tomar, no cineteatro Paraíso, o espetáculo “Liberdade25”. Ainda pela região, no dia 13 Sérgio Godinho atuará em Santarém, na Ex-Escola Prática de Cavalaria (EPC).

O concerto marca a celebração de uma carreira que se confunde com a história da música portuguesa, especialmente a chamada de intervenção.  “Liberdade” é um dos temas de Sérgio Godinho integrado no álbum “À Queima-Roupa”, editado em outubro 1974, seis meses depois da Revolução dos Cravos.

Em 2014, a canção foi título de um espetáculo que Sérgio Godinho levou a vários palcos nacionais, e que deu origem a um álbum ao vivo, “Liberdade”. 

A passagem de meio século sobre a Revolução dos Cravos justifica uma nova visita ao seu repertório mais engajado e que este ano continua a justificar a exponenciação da palavra “Liberdade” e agora, também de “25”, como o dia maior da sua expressão, tal como Sophia imortalizou em “Esta é a madrugada que eu esperava”.

Este e outros temas icónicos da sua discografia, com destaque para o álbum “À Queima-Roupa”, serão apresentados com uma nova sonorização e a “cumplicidade” de Os Assessores (Nuno Rafael, Miguel Fevereiro, João Cardoso, Nuno Espírito Santo e Sérgio Nascimento).

 Sérgio Godinho – voz

Os Assessores: Nuno Rafael (direção musical): guitarras elétricas e acústicas, cavaquinho, percussão, coros; Miguel Fevereiro: guitarras elétricas e acústicas, percussão, coros; Nuno Espírito Santo: baixo, guitarra, teclado, percussão; João Cardoso: teclados, samplers, coros; Sérgio Nascimento: bateria, percussão.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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