CIM Médio Tejo capacita técnicos municipais de turismo. Foto: CIM

A CIM Médio Tejo está a implementar um programa de capacitação direcionado para os técnicos de turismo dos 11 municípios da sub-região com o objetivo de impulsionar os produtos turísticos endógenos a nível religioso, cultural e criativo.

Com este programa pretende-se desenvolver competências em diversas áreas, desde o acolhimento à acessibilidade, passando pela criação de experiências, comunicação, comercialização e distribuição, governança e redes de cooperação, preservação do património e sustentabilidade.

A ação teve início em outubro de 2025 na sede da comunidade intermunicipal, em Tomar, e inclui sessões de capacitação, workshops e visitas técnicas mensais.

No mês de novembro, os técnicos reuniram-se no concelho de Torres Novas, onde visitaram o Núcleo de Arqueologia – Cerca da Vila, a Igreja da Misericórdia e o Castelo. O encontro de dezembro decorreu no concelho de Vila Nova da Barquinha e incluiu visitas ao CITA – Centro de Interpretação Templário Almourol e à Galeria do Parque.

O programa de capacitação está a ser implementado por especialistas do IPDT – Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo e continuará em 2026 com novas sessões de trabalho nos concelhos de Ferreira do Zêzere (fevereiro), Abrantes (março), Tomar (março), Entroncamento (abril) e Ourém (maio).

CIM Médio Tejo capacita técnicos municipais de turismo. Foto: CIM

Esta iniciativa da CIM do Médio Tejo surge no âmbito da candidatura “Produtos Turísticos Integrados do Médio Tejo 2030” e é cofinanciada pelo FEDER através do Centro 2030, visando a valorização e afirmação do potencial dos recursos naturais e culturais da região do Médio Tejo, bem como a integração da oferta turística com a consolidação dos produtos turísticos integrados e a estruturação de novos produtos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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