Chamusca marca presença na BTL afirmando-se 'Coração do Ribatejo'. Foto: CMC

À semelhança dos anos anteriores, a Chamusca volta a marcar presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), uma das mais importantes feiras internacionais do setor. A BTL decorre na FIL – Feira Internacional de Lisboa (Parque das Nações), foi inaugurada na quarta-feira, 12 de março, e prolonga-se até ao próximo domingo, dia 16 de março.

A presença do município da Chamusca está integrada no stand de promoção dos municípios do Alentejo e Ribatejo, dinamizado pela Entidade de Turismo do Alentejo e Ribatejo, que este ano é o destino Nacional Convidado da BTL 2025.

Quinta-feira, às 15h00, o município promove o evento “Tejo e Património: A Chamusca que Inspira”, no qual convida os visitantes a descobrir o património natural, cultural e desportivo do concelho. O programa conta com três momentos distintos: Paulo Bento (Tritejo) aborda o tema “Do Arripiado ao Tejo: Um Olhar Diferente sobre o Nosso Património”, onde faz uma perspetiva diferenciada sobre o rio Tejo, destacando os passeios em barco sustentável; Joel Moedas-Miguel explora o valor histórico da “Casa do Moscadim – Património Histórico-Cultural da Chamusca” e Nuno Pintas partilha a sua experiência no Dirt Jump com o tema “A Paixão pelo Dirt Jump e o Impacto do Desporto no Desenvolvimento Local.”

Os visitantes terão a oportunidade de conhecer, no stand do município da Chamusca, diversas empresas locais que se destacam em diferentes áreas:
• 13 de março – Oficina Gulosa, com Isabel Batista, que dará a conhecer o melhor da doçaria tradicional chamusquense.
• 14 de março – Paddle Azul, com João Vieira, que aborda prática desportiva de paddle no rio Tejo, Arripiado, e Diogo Romão – fotografia e vídeo.
• 15 de março – Codec, agência de comunicação e Padaria Mathilde.

Ao longo do certame, serão promovidos os principais roteiros turísticos do concelho, nomeadamente: Roteiro de Arte Urbana (Ulme e Semideiro), Roteiro da Charneca Ribatejana, Roteiro Borda d’ Água, Roteiro da Terra Branca.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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