Barquinha na BTL com a mascote “Gualdim” e “Sabores ao Centro”. Foto: Pérsio Basso

O stand do município de Vila Nova da Barquinha na BTL 2025 , que utilizou materiais 100% recicláveis (cartão e madeira), recebeu centenas de visitantes na quarta-feira, dia 12 de março, data de arranque do certame.

Além da visualização dos óculos de realidade virtual com visita ao Castelo de Almourol, os visitantes tiveram contacto com os empresários do sector ali presentes. A mascote “Gualdim” espalhou charme em sessões fotográficas no stand do Turismo Centro de Portugal e um pouco por todo o recinto da feira.

Barquinha na BTL. Foto: Pérsio Basso

No momento da abertura oficial, o vice-presidente da Câmara Municipal, Manuel Mourato, referiu tratar-se de uma “forte aposta na promoção turística do concelho junto de um público nacional e internacional, para ampliar a visibilidade do concelho e fortalecer parcerias estratégicas no setor”.

Manuel Mourato representou o Município na assinatura da Adenda ao Protocolo de Colaboração da Rota Templários Portugal, projeto que passa agora a incluir os concelhos de Abrantes, Idanha-a-Nova, Mogadouro, Ourém, Reguengos de Monsaraz, Sertã e Torres Novas. Uma cerimónia que teve lugar no espaço dedicado ao Turismo Religioso.

No final da tarde, o autarca, acompanhado da técnica Ana Alves, apresentou o projeto “Turismo Acessível em Vila Nova da Barquinha: Experiência Imersiva e Inclusiva”, no stand do Turismo Centro de Portugal.

Ainda neste espaço, realiza-se esta quinta-feira a apresentação do projeto “Sabores ao Centro”, também com a participação do Município de Vila Nova da Barquinha, através da mostra gastronómica “Mostra de Peixe do Rio” (17 de maio a 15 de junho nos restaurantes aderentes).

Aquela que é a maior edição de sempre da BTL, agora designada de “Better Tourism Lisbon Travel Market” continua até domingo, dia 16, e constitui a maior oportunidade de negócios no sector do turismo para profissionais e público em geral.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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