Foto: Pixabay

Não vale a pena falar sobre a crise social que estamos a passar, todos sabemos que existe e que ficará por algum tempo.

Isto não quer dizer que devemos encostar a cabecinha ao muro e chorar ou procurar o colo da mãezinha. Este é o momento de reagir, criar algo e mostrar que em momentos negativos são os pensamentos (e actos) positivos, que são válidos. Por estas razões, estou a preocupar-me com os alunos de pintura, e os artistas em geral da nossa região. Estou a elaborar alguns projectos de desenvolvimento cultural e, por arrasto, de comercialização, da produção artística dos residentes no concelho. Preciso, por isto de ajuda e colaboração. Todos os interessados podem contactar-me para esclarecimentos, mas antes devem reunir algumas fotos das obras (sem flash e bem focadas), um curriculum mais pormenorizado possível e outros dados técnicos, e enviar para o E-Mail massimoesposito57@gmail.com.

Estou a falar de artistas plásticos, escultores, e artesãos “artísticos”, visto que a linha de separação é muito “transparente”.

Publiquei este artigo em 2009, tive algumas respostas e algumas coisas foram realizadas mas ainda é actual e quero desenvolver.

Já conseguimos algo que antes não existia. Por exemplo, foi cumprida uma série de exposições em São Lourenço em Abrantes; constituímos uma associação de artistas em Mação; foram criados dois concursos de pintura a nível nacional no Médio Tejo; alguns que eram alunos abriram laboratórios de ensino artístico em Sertã, na Marinha Grande e também em Andorra; outros têm um agradável curriculum de exposições e eventos culturais.

Agora queria incrementar estas actividades e que ficassem mais evidentes. Para fazer isto é preciso pessoas interessadas não em falar mas em agir, ter ideias, procurar apoios e sobretudo trabalhar com sentido profissional. Ser artistas é uma profissão (pena que há muitos curiosos), mas isto não interessa.

Então? Vamos a isto?

Pintor Italiano, licenciado em Arte e com bacharelato em Artes Gráficas em Urbino (Itália), vive em Portugal desde 1986. Em 1996 iniciou um protejo de ensino alternativo de desenho e pintura nas autarquias do Médio Tejo que, após 20 anos, ainda continua ativo. Neste projeto estão incluídas exposições coletivas e pessoais, eventos culturais, dias de pintura ao ar livre, body painting, pintura com vinho ou azeite, e outras colaborações com autarquias e instituições. Neste momento dirige quatro laboratórios: Abrantes, Entroncamento, Santarém e Torres Novas.

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