Feiras de Antiguidades, Artesanato e Produtos Locais regressam este domingo a Vila Nova da Barquinha. Foto: CMVNB

O município de Vila Nova da Barquinha aprovou novas normas de participação para a Feira de Artesanato, Produtos Locais, Velharias e Livro Usado, certame que regressa ao centro histórico já no próximo domingo, dia 5 de abril.

A iniciativa, que decorre aos domingos no Largo 1.º de Dezembro, junto ao Barquinha Parque, mantém a tradição de anos anteriores, mas conta agora com uma definição mais rigorosa das áreas de exposição. “É uma aprovação das normas que trazem sobretudo a definição dos locais onde os feirantes podem ter as suas bancas”, explicou ao mediotejo.net o presidente da autarquia, Manuel Mourato.

O autarca sublinhou que o evento é estratégico para a “dinâmica económica de alguns agentes do território”, permitindo a divulgação e venda de produtos típicos num espaço de lazer com forte afluência. “É um momento de animação que permite às pessoas usufruírem do parque e, ao mesmo tempo, apreciarem este tipo de feira”, referiu.

Apesar de a feira estar aberta a participantes de fora do concelho, Manuel Mourato destaca a “forte presença” de artesãos e produtores locais. “Continuamos a ter muita procura e inscrições para este evento”, garantiu, revelando ainda que a programação de primavera-verão no Barquinha Parque reservará “algumas surpresas” para os visitantes nos próximos meses.

O calendário agora aprovado prevê a realização do certame nos dias 5 e 19 de abril, 3 e 17 de maio e 21 de junho, entre as 10:00 e as 19:00.

Localizado na margem do rio Tejo, o Barquinha Parque, que acolhe estas feiras, é uma das principais infraestruturas de lazer da região, integrando o Parque de Escultura Contemporânea Almourol, um polo de atração turística que combina arte e natureza em sete hectares de zona verde.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *