Escola Secundária de Ponte de Sor vence 6ª edição dos Detetives do Clima. Foto: DR

A equipa a competir no Climate Detectives, um projeto educativo dinamizado pelo ESERO Portugal e organizado pela Ciência Viva e pela Agência Espacial Europeia, é constituída pelos alunos Francisca Varela, Francisco Martins, Isabel Borges e Marisa Bicho, os “etxis” —como assim se nomearam, da Escola Secundária de Ponte de Sor.

Planeiam investigar a influência das alterações climáticas na produção e qualidade do vinho no Alto Alentejo. Para isso, irão recorrer ao uso de imagens de satélite e da sua posterior análise, assim como da aferição de alguns parâmetros relativos ao vinho como o nível do pH e o teor alcoólico.

Escola Secundária de Ponte de Sor na 6ª edição dos Detetives do Clima

O projeto desafia jovens dos 8 aos 19 anos a fazer a diferença na investigação e proteção do planeta, ao identificar e investigar um problema ambiental ou climático da Terra.

Assim, a 9 de janeiro, esta equipa organizou uma visita à Adega Ímpar em Fronteira, conduzida pelo enólogo José Reis, no âmbito do projeto, para assim dar a conhecer à turma do 12º A um pouco mais do tema do seu trabalho, ver de perto o mundo do vinho e assim iniciar esta jornada.

Escola Secundária de Ponte de Sor na 6ª edição dos Detetives do Clima

Climate Detectives é um projeto educativo dinamizado pelo ESERO Portugal, organizado pela Ciência Viva e pela Agência Espacial Europeia. Decorre de janeiro a maio de 2024 sendo a final europeia a 24 e 25 de maio.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *