Centro de Ciência Viva - Parque de Astronomia de Constância. Foto: DR

Exposições de rochas e minerais, sessões de planetário, experiências de robótica, a ciência por detrás das castanhas assadas, e feiras de ciências marinhas são algumas das mais de 600 atividades previstas no país na Semana da Ciência e da Tecnologia que decorre desde segunda-feira e até 30 de novembro.

As ações são organizadas por mais de 80 instituições ligadas à ciência, incluindo laboratórios, universidades, politécnicos e Centros Ciência Viva, como o de Constância – Parque de Astronomia, e o de Alcanena – Carsoscópio, Centro de Ciência Viva do Alviela, em programa de atividades que pode consultar AQUI.

Trata-se de uma iniciativa especialmente dirigida ao público escolar que visa aproximar cientistas e sociedade.

A vasta lista de atividades inclui, também, conversas com cientistas, jogos matemáticos, testes de aptidão física, identificação de microrganismos patogénicos no leite, observações astronómicas, colheita de sangue de cavalo e identificação das células sanguíneas, exposição sobre lixo marinho e ‘workshops’ de soldadura.

Os participantes poderão ainda ficar a conhecer a ciência por detrás das castanhas assadas, de uma pasta de dentes, gelado, creme hidratante para as mãos, protetor labial, queijos ou mel.

Os Prémios Ciência Viva, entregues na segunda-feira, dia 24, reconhecem intervenções de mérito excecional na divulgação científica e tecnológica em Portugal, de acordo com uma seleção feita pelos representantes das instituições científicas associadas da Ciência Viva.

Desde 2012, estes prémios são entregues durante a Semana da Ciência e da Tecnologia, sempre no Dia Nacional da Cultura Científica, estabelecido a 24 de novembro de 1996 por José Mariano Gago, em homenagem ao professor, poeta e divulgador de ciência Rómulo de Carvalho, que nasceu neste dia.

Neste dia decorreu também A Ciência da Ciência Viva, uma reflexão sobre o papel, projetos, públicos, impacto e futuro da Ciência Viva na promoção da ciência e tecnologia em Portugal. Consultem o programa, aqui.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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