João Pombo assume o cargo de Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes até 2026. Foto: mediotejo.net

Em declarações ao mediotejo.net, João Pombo, que foi mesário até hoje e assume o cargo de Provedor até 2026, disse que o que move foi o estar sempre ligado a causas sociais, tendo aceitado o repto para assumir este desafio numa instituição centenária de cariz social e que é uma referência na sociedade em que se insere pelo trabalho que desenvolve.

Ao mediotejo.net, o novo Provedor apontou como objetivos o dar continuidade ao trabalho que tem sido efetuado nos últimos tempos e manter a estabilidade na instituição, com as valências que hoje tem em funcionamento. A Santa Casa tem hoje a funcionar as valência de centro de dia, lar, creche, jardim de infância e assistência domiciliária, com um total de 130 trabalhadores e 190 utentes, 103 dos quais na valência de lar.

ÁUDIO | JOÃO POMBO, NOVO PROVEDOR SANTA CASA DE ABRANTES:

Com um orçamento anual de 3 milhões de euros para 2023, um dos projetos em curso é a criação de um novo edifício contíguo às instalações do atual lar, no centro histórico da cidade, um projeto em fase de conclusão e que visa criar 16 apartamentos para 32 utentes, num investimento global que deverá rondar os dois milhões de euros.  

João Pombo assume o cargo de Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes até 2026. Foto: mediotejo.net

João Manuel Rodrigues Pombo, solicitador de formação, trabalha desde 2015 na Associação de Agricultores e é o atual chefe do Agrupamento de Escuteiros 697, de Rossio ao Sul do Tejo. Bombeiro desde 1983, foi o comandante dos então bombeiros municipais de Abrantes, entre 1994 e 2004, e coordenador da proteção civil municipal na década seguinte.

João Pombo assume o cargo de Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes até 2026. Foto: SCMA

As eleições para os órgãos sociais da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes decorreram no dia 13 de março, tendo a tomada de posse decorrido a 16 deste mês.

A Santa Casa da Misericórdia de Abrantes é uma Instituição com mais de quinhentos anos de existência.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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