EN2 cortada no Espinhaço de Cão obriga a desvio do trânsito pesado da cidade de Abrantes. Foto: CMA

A circulação na EN2, no troço do Espinhaço de Cão, em Abrantes, mantém-se interdita devido à instabilidade da encosta do Castelo, levando o município e a IP a tomarem medidas para desviarem o trânsito pesado para fora do centro histórico da cidade, com exceção dos transportes públicos e locais.

O ponto de situação foi feito esta manhã numa reunião entre o presidente da Câmara de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, o vice-presidente, João Gomes, e o gestor regional de Leiria e Santarém da Infraestruturas de Portugal (IP), engenheiro Vítor Sequeira.

O município voltou a manifestar preocupação com o encerramento da via, sublinhando o acréscimo significativo de tráfego no centro urbano e os constrangimentos causados a munícipes, comércio e serviços, bem como a quem circula entre Abrantes e os concelhos vizinhos.

Segundo a IP, nem o tabuleiro rodoviário nem a via ferroviária apresentam problemas estruturais, estando a situação relacionada com a instabilidade dos taludes da encosta do Castelo.

EN2 cortada no Espinhaço de Cão obriga a desvio do trânsito pesado da cidade de Abrantes. Foto: CMA

Foi acordada uma articulação permanente entre a autarquia e a IP, bem como a monitorização contínua da encosta. A circulação será restabelecida apenas quando estiver garantida a estabilidade do talude e reunidas todas as condições de segurança.

Nas próximas horas será instalada sinalização para desviar os veículos pesados pela A23, entre o nó de Abrançalha e a rotunda da EN118, em Alvega, seguindo depois pela EN118 via Pego.

Para o trânsito proveniente da EN2 (sul), é sugerido o desvio pela EN118 em direção a Pego e Alvega e, posteriormente, pela A23.

No sentido inverso, para quem circula a partir de norte (Sardoal), é recomendado o mesmo percurso alternativo.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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