Foto arquivo: Paulo Sousa/CMS

No próximo dia 4 de abril, Sábado Santo, as ruas de Sardoal transformam-se no cenário da “Paixão de Cristo”, uma das iniciativas mais impactantes do programa complementar da Semana Santa. A partir das 15h00, o GETAS – Centro Cultural leva a cabo a recriação do percurso de Jesus Cristo a caminho do Calvário, uma tradição que a associação mantém viva há mais de uma década.

A encenação tem início marcado na Praça da República, seguindo depois em cortejo pela Avenida Luís de Camões e Rua 5 de Outubro. O momento final da representação histórica terá lugar no Largo do Convento de Santa Maria da Caridade.

Caracterizada por um forte sentimento religioso e dramático, esta iniciativa destaca-se pela grande envolvência entre os figurantes e o público, que acompanha de perto a recriação histórica.

Integrada nas celebrações da Semana Santa de Sardoal – recentemente elevada a Património Cultural Imaterial – a “Paixão de Cristo” reforça a componente cultural de um cartaz que atrai milhares de visitantes ao concelho.

Programa da Semana Santa de Sardoal

De 2 a 5 de abril (Quinta-feira Santa a Domingo de Páscoa)

  • Exposição de Tapetes de Flores e Verduras: Igrejas e Capelas da Vila e das Freguesias (abertas ao público durante todo o período).

Sábado, 4 de abril (Sábado Santo)

  • 10h00: Visita às Capelas das Freguesias (transporte gratuito com partida do Centro Cultural Gil Vicente).
  • 15h00: Encenação de Rua “A Paixão de Cristo” pelo GETAS (Início: Praça da República; Fim: Convento de Santa Maria da Caridade).

Domingo, 5 de abril (Domingo de Páscoa)

  • Celebrações Religiosas e Solenidades Pascais.

Consulte o programa religioso completo e atividades complementares em www.cm-sardoal.pt.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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