"3 Léguas do Nabão" e "Cabeços de São Miguel" agitam Médio Tejo este domingo. Foto: DR

O Médio Tejo vive um domingo de grande fôlego com as históricas “3 Léguas do Nabão”, em Tomar, e o adiado “Trail Cabeços de São Miguel”, em Abrantes. Ambas as provas decorrem no domingo, dia 15 de março, mobilizando centenas de atletas.

O próximo domingo será de intensa atividade física na região. Em Tomar, regressa uma das provas mais emblemáticas do atletismo nacional: as 3 Léguas do Nabão. Organizada pelo CALMA (Clube de Actividades de Lazer e Manutenção), esta 41.ª edição mantém o percurso histórico de aproximadamente 15 quilómetros (as tradicionais três léguas), com partida e chegada no centro da cidade templária.

A prova, conhecida pela sua exigência técnica e beleza junto ao rio Nabão, atrai anualmente os principais nomes do atletismo de estrada.

Simultaneamente, o concelho de Abrantes recebe o 3.º Trail Cabeços de São Miguel, em São Miguel do Rio Torto. A prova, que estava inicialmente prevista para fevereiro, foi adiada pela Casa do Povo devido ao estado de calamidade e às cheias, encontrando agora nova data para a sua realização.

Com 772 inscritos já confirmados, o evento integra o troféu “3 Rios Trail Trophy” e oferece quatro distâncias: o Trail Longo (32 km), o Trail Sprint (20 km), o Mini Trail (14 km) e uma caminhada de 12 km.

Trail Cabeços de São Miguel assinala no domingo a III edição, Foto arquivo: Luís Ribeiro

O secretariado funcionará no salão da Casa do Povo a partir das 06h00 de domingo, com partidas faseadas.

O Trail Cabeços de São Miguel é a terceira prova do 3 Rios Trail Trophy, circuito que arrancou com o Confluência Trail, a 23 de novembro de 2025, passando depois por Almourol à Vista, a 1 de março de 2026, e segue com o Mato de Miranda Trail Run, a 29 de março, e o Trail do Vale, a 17 de maio.

Enquanto Tomar celebra a tradição e a velocidade no asfalto, São Miguel do Rio Torto promete este domingo um desafio de resistência pelos trilhos da freguesia, consolidando o Médio Tejo como um destino de eleição para os amantes do atletismo e da natureza em todas as suas vertentes.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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