CD Fátima conquista Campeonato inter regional e faz homenagem a Duda. Foto: CDF

A equipa de voleibol feminino do Centro Desportivo de Fátima (CDF) recebeu no sábado a equipa da Lousã VC em jogo que valia o título de campeão Inter regional. O CDF desde o início do jogo entrou decidido a conquistar o troféu em casa, tendo vencido por 3-0, conquistando o título que foi integramente dedicado à sua eterna número 9, Duda, jovem que faleceu recentemente em acidente de viação.

No final do encontro a Associação de Voleibol de Leiria, através da sua presidente e vice-presidente, Catarina Teles e Bruno Sequeira, prestaram uma bonita homenagem a Maria Eduarda Santos, conhecido entre os amigos e no voleibol nacional por Duda. Por fim, foram entregues as respetivas medalhas e a taça de campeão inter-regional à capitã de equipa do Centro Desportivo de Fátima, Alice Clemente.

CD Fátima conquista Campeonato inter regional de voleibol, em título dedicado à memória de Duda. Foto: CDF

Este domingo o CDF ainda se deslocou a Coimbra para realizar o jogo em atraso com a Associação Académica de Coimbra, tendo a equipa de Fátima vencido na cidade dos estudantes por 3-2. Desta forma o Centro Desportivo de Fátima vence o campeonato Inter-Regional 2019/2020 registando vitórias em todos os jogos realizados. No início de fevereiro o CDF irá iniciar o campeonato nacional.

Destaque para a bonita homenagem que a Associação Académica de Coimbra prestou no pavilhão II do Estádio Universitário de Coimbra a Maria Eduarda, entregando uma rosa branca a cada colega da Duda, bem como uma camisola de jogo da AAC, com o número 9 e nome da estrela do CDF, Duda.

No final do encontro a Associação de Voleibol de Leiria, através da sua Presidente e Vice-Presidente, Catarina Teles e Bruno Sequeira, prestaram uma bonita homenagem a Maria Eduarda Santos, conhecido entre os amigos e no voleibol nacional por Duda. Foto: CDF

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply