O Município de Vila Nova da Barquinha e o Instituto Politécnico de Tomar assinaram no dia 12 de junho um protocolo que formaliza a criação de um Centro de Estudos Politécnicos na vila.
Para além de confirmar os cursos que já eram ministrados desde 2012 no Centro de Estudos de Arte Contemporânea (CEAC) e no Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo, o protocolo agrega a possibilidade de serem ministrados cursos técnicos profissionais e cursos de pós-graduação e, numa fase posterior, mestrados.

O protocolo foi assinado pelo Presidente da Câmara, Fernando Freire, e pelo Presidente do IPT, Eugénio Pina de Almeida, na sala de exposições onde, no dia 9, foi inaugurada a exposição do pintor australiano Sam Abercromby, intitulada “Sebastianismo Revisitado”, no âmbito da Feira do Tejo.
Para Fernando Freire, o projeto de parceria com o IPT “é excelente” tal como o “o IPT é um estabelecimento de excelência, que valoriza os nossos recursos humanos”.
Na opinião do autarca, “é importante criar competências e investir na valorização das pessoas e dos territórios”.
Fez questão de apresentar um agradecimento público a Carlos Vicente, técnico superior na Câmara Municipal e curador da exposição de Sam Abercromby, pelo contributo que tem dado na divulgação e promoção das artes em VN Barquinha.

Eugénio Pina de Almeida elogiou e agradeceu ao Município de VN Barquinha pelo empenho e contributo que tem dado nesta parceria. Disse que era “com muita satisfação” que assinava o protocolo, destacando o papel proativo que o Município tem tido nos últimos anos no campo do ensino superior.
A criação deste Centro de Estudos Politécnicos, “baseado no apoio ao ensino e investigação pós-graduados, na formação tecnológica e profissional, em cursos de especialização nas áreas do património, arqueologia, comunicação e artes, na divulgação das tecnologias emergentes, materializará uma aposta no desenvolvimento sociocultural e económico da região, instituindo-se como uma ferramenta qualificada, tendo em perspetiva o reforço e contínua qualificação das potencialidades do tecido produtivo da região, complementando e potenciando os projetos já em curso do Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo, do Centro Integrado de Educação e Ciências e do Centro do Estudos e Arte Contemporânea”, lê-se no texto do protocolo.
