Foto: CMVR

As equipas de Sapadores florestais da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo já iniciaram trabalhos de execução de faixas de gestão de combustível em Vila de Rei, nas faixas de rede primária, e de acordo com o definido no Plano Municipal e Distrital da Defesa da Floresta contra Incêndios. Os trabalhos encontram-se a ser desenvolvidos nas proximidades da aldeia de Palhota.

A ação pretende contribuir para a diminuição do risco de incêndio, com controlo da vegetação espontânea, correção de densidades excessivas e desramação de algumas árvores.

Após os primeiros trabalhos, refere a autarquia, seguem-se intervenções para execução faixas de gestão de combustível nas faixas de rede primária, num total de 40 km, entre Palhota e o limite de concelho, perto de Amêndoa (concelho de Mação), e nas proximidades da aldeia de Trutas.

A Câmara Municipal de Vila de Rei lembra que as faixas de gestão de combustível que integram a rede primária visam “o estabelecimento, em locais estratégicos, de condições favoráveis ao combate de incêndios florestais” e lembra que “todos os proprietários ou produtores florestais das zonas abrangidas por esta operação poderão, num prazo de 30 dias, proceder à remoção e recolha dos materiais resultantes das ações de limpeza”.

Além das intervenções para execução de faixas de gestão de combustível, estão também a ser desenvolvidas ações de limpeza e manutenção de caminhos florestais, a cargo da empresa Aurélio Lopes – Serviços Florestais, Unipessoal, Lda, nas freguesias de Vila de Rei e de Fundada, num total de 40 km.

Por outro lado, os serviços do Município encontram-se também a realizar a limpeza de estradões florestais em diversos pontos do concelho, nomeadamente em Lavadouro, Aivado, Orgueira, Portela, Seada e Fundada.

A Câmara Municipal de Vila de Rei adjudicou ainda à empresa Montadigo, Lda, por cerca de 25 000€, trabalhos de execução de faixas de gestão de combustível de rede secundária entre a Zona Industrial do Souto e a Praia Fluvial do Penedo Furado, ao longo da antiga EN2, num total de 26 hectares.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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