As praias fluviais do Penedo Furado e do Bostelim, em Vila de Rei, estão a ser alvo de trabalhos de recuperação e beneficiação, estando interditas ao público pelo menos até ao dia 1 de julho. A autarquia estima que a praia fluvial e os passadiços do Penedo Furado possam abertos ao público no início da época balnear, a 1 de julho, dando conta que na praia fluvial do Bostelim, uma das cinco praias com Bandeira Azul no Médio Tejo, os trabalhos vão ser mais prolongados, pelo que não é possível ainda perspetivar uma data de abertura ao público.
Em nota de imprensa, a autarquia de Vila de Rei refere a situação deriva dos “elevados estragos causados pela tempestade Elsa, no final do ano de 2019”, e que levam a que as praias fluviais do Penedo Furado e do Bostelim estejam, de momento, a serem alvo de “profundas obras de remodelação e manutenção, estando, desta forma, interditas ao público”.
“As condições atmosféricas, com elevada pluviosidade ao longo dos primeiros meses de 2020, e a conjuntura de pandemia mundial causada pela Covid-19 tornaram impossível antecipar estes trabalhos, sendo que, só muito recentemente, com a melhoria das condições atmosféricas, foi possível dar início às obras”, esclarece a autarquia.
Na mesma nota informativa, o Município de Vila de Rei refere que está a “encetar esforços para que, caso as condições do estado do tempo continuem favoráveis, a Praia Fluvial e os Passadiços do Penedo Furado estejam abertos ao público no início da época balnear, a 1 de julho. A Praia Fluvial do Bostelim, pelas características próprias do terreno e da praia, terá obras mais prolongadas, não sendo possível para já antecipar uma data de abertura”.
O presidente da autarquia vilarregense, Ricardo Aires, citado na mesma nota, adianta que “o Município está a trabalhar para que as Praias Fluviais do Penedo Furado e do Bostelim – duas zonas balneares que recebem anualmente milhares de visitantes – possam estar recuperadas o mais depressa possível. Contudo, neste momento, é importante que, para a sua própria segurança e salvaguarda, as pessoas não visitem estas praias e esperem pelo desenrolar dos trabalhos de recuperação”.
