Vila de Rei | Praia Fluvial de Fernandaires recebe o ‘Teatro Mais Pequeno do Mundo’. Foto: DR

A Praia Fluvial de Fernandaires, em Vila de Rei, vai receber este domingo o ‘Teatro Mais Pequeno do Mundo’ pelas 17h00, ação cultural integrada na programação do projeto ‘Património Natural – Novas Experiências de Visita’.

A pequena caravana “Penélope”, uma roulotte clássica, transforma-se no Teatro Mais Pequeno do Mundo e, a cada 15 minutos, há novas performances para encantar espetadores de todas as idades.

A caravana já foi o ponto de partida, a inspiração, a musa para a criação de dezenas de “micro-espectáculos”. Mergulhar no universo misterioso, encantado e obscuro destes contos ou deliciar-se com os sonhos, os crimes e as expectativas das suas personagens, ninguém sabe ao certo o que é, mas há algo de mágico que acontece dentro da barriga da caravana Penélope.

O Teatro Mais Pequeno do Mundo é um projeto artístico multidisciplinar, que reunirá no festival Mescla 12 intérpretes, entre atores, músicos e bailarinos, sob a coordenação artística de Graeme Pulleyn.

Em Vila de Rei, a Praia Fluvial de Fernandaires recebe o ‘Teatro Mais Pequeno do Mundo’. Foto: DR

O projeto “Caminhos da Natureza” é composto por 68 ações que percorrerão diversos locais dos concelhos de Vila de Rei, Sertã, Ferreira do Zêzere e Mação, assentando no desenvolvimento de novas experiências e na dinamização, promoção e desenvolvimento de bens culturais e naturais – materiais e imateriais, como forma de diferenciação, competitividade, diminuição de assimetrias e reforço da coesão territorial, através da atratividade e promoção da imagem da região.

O projeto é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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