Em Constância a fatura da água vai aumentar 20% em janeiro, o IMI baixa para a taxa mínima. Foto: DR

Poupar água, é o objetivo para reduzir os impactos ambientais associados ao elevado consumo deste bem essencial que é de todos. Neste sentido, o Município de Vila de Rei tem vindo a apostar numa política de racionalização de consumos de água e, em articulação com as diretrizes do Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água, começou o processo de instalação de redutores de caudal de água em diversos Edifícios Municipais.

Na primeira fase, fora selecionados para instalação dos redutores a Biblioteca Municipal, Edifício dos Paços de Concelho, Museus, Residência de Estudantes e Piscina Municipal.

“A instalação destas peças irá permitir uma poupança de aproximadamente 86% do consumo de água sem necessidade de trocar torneiras. Ou seja, num minuto, numa torneira sem redutor, pode consumir-se até 14 litros de água, já numa torneira com redutor o consumo durante o mesmo minuto é de 2 litros de água. No caso dos chuveiros, o seu fluxo é reduzido aproximadamente em 64%, em relação aos chuveiros existentes”, explica a autarquia em nota de imprensa.

Refira-se que “os redutores de caudal são peças que reduzem a quantidade de água que passa e substituem a água retirada por ar, ou seja, torneiras e chuveiros com estes dispositivos libertam uma mistura de água com oxigénio que reduz a quantidade de líquido sem perder a pressão”.

Ricardo Aires, presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, destaca a importância e significado deste projeto, “no sentido da utilização racional de um recurso tão importante como a água, e apela aos munícipes para que colaborem e informem os serviços municipais sempre que detetem avarias ou anomalias de abastecimento de água, com vista a uma rápida intervenção na resolução de roturas no sistema de abastecimento de água, minimizando assim as fugas e desperdícios desde bem essencial”, termina.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *