O Município de Vila de Rei encontra-se a preparar a reabertura da Creche Municipal e do Jardim-de-Infância do Centro Escolar, estando agendadas para os dias 18 de maio e 1 de junho, respetivamente. As reaberturas seguem as diretrizes da Direção-Geral da Saúde, sendo que todos os funcionários ligados aos estabelecimentos escolares foram testados à covid-19. Ricardo Aires, presidente da CM Vila de Rei, admitiu ao mediotejo.net que são muito poucas as crianças inscritas para frequentarem na próxima semana a Creche Municipal, ficando os números muito aquém do habitual.
“Para a reabertura estão inscritos muito poucos, sendo que se contam 2 bebés e mais cerca de 7 meninos e meninas”, indicou o autarca, referindo que as medidas divulgadas não convenceram os pais e famílias, à semelhança do que acontece na generalidade do país. A Creche Municipal, que reabre esta segunda-feira, dia 18, acolhe crianças entre os 4 meses e os 3 anos de idade.
Por outro lado, segundo informação da autarquia, os estabelecimentos de educação da responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia de Vila de Rei têm timings similares, mas a sua Creche já está de portas abertas desde dia 11 de maio “em virtude de ter sido indicada pela Segurança Social para acolher filhos de profissionais de saúde e de profissionais das forças de segurança”. O Jardim-de-Infância da SCM Vila de Rei tem também agendada abertura para 1 de junho.
A Câmara Municipal assegura que “todos os funcionários destes estabelecimentos educativos foram sujeitos a testes de despiste à covid-19”, todos com resultados negativos, segundo o autarca Ricardo Aires em declarações à comunicação social esta sexta-feira, após a reunião de Câmara Municipal.
Nestas reaberturas a Câmara Municipal informa que “será garantido o cumprimento de todas as normas de higiene, proteção e segurança para crianças e funcionários, de acordo com o manual de boas práticas elaborado pela DGS que pretende minimizar o risco de contágio neste tipo de equipamentos”.
Apesar das datas anunciadas, as reaberturas “poderão estar sujeitas a alterações futuras, consoante as diretrizes da DGS”, admite a autarquia em nota enviada à imprensa.
