Bárbara Bandeira atua este sábado em Vila de Rei. Foto: DR

Matay, Bárbara Bandeira e Cuca Roseta são os artistas que vão animar este fim de semana a Feira de Enchidos, Queijo e Mel de Vila de Rei, evento que assinala a sua 31ª edição e que está a decorrer desde 30 de julho. O certame visa dar a conhecer o que de melhor tem para se descobrir e o que se faz pelas gentes de Vila de Rei, abrindo as portas para uma viagem pela identidade do concelho.

O evento, organizado pelo Município de Vila de Rei, está a decorrer no Parque de Feiras, onde está instalado o palco principal e por onde têm estado a passar artistas bem conhecidos do público português, desde a música popular ao fado, até ao pop e ao soul.

Programação (palco principal) – último fim de semana
5 de agosto – Matay
6 de agosto – Bárbara Bandeira
7 de agosto – Cuca Roseta

Feira de Enchidos, Queijo e Mel de Vila de Rei. Foto: CM Vila de Rei

No palco 2 vão passar grupos musicais do concelho e o palco 3 volta a ser destinado à música eletrónica e de dança. Até domingo também haverá espaço para atividades desportivas, com a realização do I Torneio de Padel, Torneio Futsal Interassociações, Torneio de Ténis, Passeio de Canoagem, Torneio de Sueca, Torneio de Chinquilho, Penalty Cup e uma demonstração do Núcleo de Vila de Rei de Karaté ANAM.

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Durante os nove dias do evento, os visitantes são também convidados a visitar a 22ª Feira do Livro, nas instalações da Biblioteca Municipal José Cardoso Pires e a participar na 39ª Colheita de Sangue de Vila de Rei, que terá lugar entre as 15:00 e as 19:00 horas de sábado, dia 6 de agosto.

Sendo o principal evento da agenda cultural do concelho e com uma centena de expositores, a Feira de Enchidos, Queijo e Mel é um bom mote para visitar Vila de Rei, promovendo e divulgando os produtos endógenos e artesanais, as dinâmicas culturais e empresariais, o associativismo e permitindo atrair milhares de visitantes da região e do país para que possam deixar-se encantar pelo que Vila de Rei tem de melhor.

PROGRAMA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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