Foto: CMVR

O Museu da Geodesia, em Vila de Rei, foi o palco escolhido para a Assembleia Geral da Associação da Rota da Estrada Nacional 2, realizada ao longo do dia 29 de abril.

A reunião contou com a presença de representantes dos Municípios que englobam a Associação e nela foram discutidos assuntos com vista à promoção e divulgação daquela que é a maior estrada da Europa e a terceira maior do mundo.

Em nota de imprensa, o presidente do município de Vila de Rei, Ricardo Aires, um dos autarcas presentes, salientou a “importância de discutir e planear novas formas de promover esta mítica estrada e, com isso, dinamizar todo o território que ela atravessa e, consequentemente, o interior do nosso País.”

Conhecida como a “Route 66 portuguesa”, a Estrada Nacional 2, com 738 quilómetros, começa em Chaves e termina em Faro, tornou-se numa rota turística nacional e internacional.

Atravessa 32 municípios, passa pelo interior de povoações e liga paisagens tão diferentes como as vinhas do Douro, o verdejante Ribatejo, as planícies do Alentejo ou as praias do sul de Portugal. Uma viagem por esta estrada é também uma viagem pelo país.

A Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2 lançou recentemente o “Passaporte EN2”, com um custo de 1 euro, numa ação que tem como objetivo incentivar turistas nacionais e estrangeiros a percorrer esta estrada, considerada como a mais longa da Europa e a terceira mais extensa do mundo (a seguir à Route 66 dos Estados Unidos e à Rota 40 da Argentina).

Com este passaporte, os turistas podem receber carimbos referentes aos locais por onde vão passando ao longo da rota, aproveitando todo o potencial paisagístico e patrimonial que o percurso tem para oferecer.

Passando por mais de 30 municípios, entre os quais alguns da região do Médio Tejo e concelhos limítrofes, caso de Sertã, Vila de Rei, Sardoal, Abrantes e Ponte de Sor, é considerada a “estrada-mãe de Portugal” pela editora norte-americana Froomer’s, que a elege como um dos 19 destinos a visitar em 2019.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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