Cadeira de rodas (imagem ilustrativa). Créditos: Pixabay

A Câmara de Vila de Rei lançou uma campanha de recolha de material ortopédico que possa ser reutilizado por pessoas do concelho que não possuam recursos financeiros para adquirir este tipo de bens.

“Com esta ação, o município espera aumentar a quantidade e diversidade de material existente no Banco de Ajudas Técnicas, de forma a responder a um maior número de solicitações e aumentar a variedade de equipamentos ortopédicos”, referiu, em comunicado, a autarquia de Vila de Rei.

A campanha tem como objetivo angariar equipamentos, ainda em bom estado e já não necessários, que possam ser reutilizados por pessoas residentes no concelho de Vila de Rei, que sofram de perda de autonomia, estejam em situação de dependência temporária ou permanente e não possuam recursos financeiros para adquirir este tipo de bens.

Segundo este município do Médio Tejo, a iniciativa decorre através do seu Banco de Ajudas Técnicas, “uma valência social que procura dar resposta às pessoas cuja situação de saúde imponha a utilização de produtos, dispositivos ou equipamentos que atenuem as dificuldades de mobilidade e permitam auxiliar a prestação de cuidados de saúde e higiene”.

Esta ação funciona em articulação com a Centro de Saúde de Vila de Rei, entidade que sinaliza as necessidades através do apoio que presta no âmbito do programa da Equipa de Cuidados Continuados Integrados (ECCI).

A parceria tem ainda como objetivo identificar os utentes em situações de vulnerabilidade com necessidades de saúde e encaminhá-los para os programas mais adequados às suas necessidades.

Os interessados em contribuir para a iniciativa podem doar cadeira de rodas, canadianas, andarilhos, bengalas, tripés, almofadas e colchões anti-escara, cadeiras de banho ou de posicionamento e camas articulas, entre outros equipamentos.

As doações podem ser feitas por entidades coletivas ou cidadãos em nome individual junto do Gabinete de Ação Social e Saúde da Câmara de Vila de Rei.

“Em caso de dificuldade em transportar o equipamento, os serviços do município poderão fazer a recolha dos mesmos”, garantiu a autarquia.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply