MIAA, Convento de São Domingos. Foto: António Cunha

A assinalar o Dia Internacional dos Museus, dia 18 de maio, o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes fará uma iniciativa diferente, com visita e entrada livre ao estilo “Uma noite no museu”. A iniciativa acontece entre as 21h00 e as 23h00, contando com apontamento musical pela banda abrantina Coiote.

A iniciativa é aberta ao público e não carece de inscrição prévia, sendo esta a oportunidade para conhecer pela primeira vez o MIAA ou revisitar o espaço num contexto diferente do habitual, com uma visita em ambiente noturno.

Pelo caminho será possível desfrutar da música da banda abrantina Coiote, que lançou o seu álbum de estreia em dezembro de 2021. Num estilo folk, rock e soul, a banda estará a apresentar notas soltas numa das salas de exposições temporárias, entre as 22h00 e as 23h00.

Banda Coiote, de Abrantes, composta por Daniela Elias (voz), Nelson Duque (guitarra), Filipe Fernandes (baixo), Duarte Rosa (bateria) e João Jerónimo (guitarra). Foto: Teresa Pamplona

Segundo a autarquia, promete-se um “enquadramento diferente, com a casa do Museu iluminada”, lembrando que o antigo Convento de São Domingos é um “imóvel do século XVI, que além da ocupação religiosa, desempenhou funções militares (quartel e hospital militar), de ensino e assume-se hoje como espaço marcante de dinamização cultural”.

Recorde-se que o Museu Ibérico de Arqueologia de Arte de Abrantes (MIAA) foi inaugurado em dezembro de 2021 e apresenta um acervo único em Portugal, num arco cronológico que vai da pré-história à arte contemporânea.

O Museu encontra-se habitualmente aberto de terça-feira a domingo, das 10h – 12h30 e 14h – 17h30. A última entrada é permitida 30 minutos antes do fecho. Encerra à segunda-feira e feriados (exceto 14 de junho, feriado municipal).

Mais informações através da Divisão da Cultura e do Turismo, através dos contactos +351 241 330 103 ou do email museusdeabrantes@cm-abrantes.pt

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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