15:44 – O incêndio que lavra em Mação, distrito de Santarém, estava a evoluir “de forma muito violenta e completamente descontrolada” cerca das 15:00, uma “situação dramática” que obrigou à evacuação da aldeia de Vale de Amêndoa.
“A situação é dramática, ainda chegou a acalmar durante a manhã mas agora as chamas estão completamente descontroladas e decidimos iniciar o processo de evacuação da aldeia de Vale de Amêndoa, levando as pessoas para a Santa Casa da Misericórdia de Mação”, disse à agência Lusa, cerca das 15:00, o presidente da autarquia, Vasco Estrela.
“É dramático, o vento vai levantar-se durante a tarde e o fogo está a dirigir-se para a aldeia de Aboboreira e para a vila de Mação e os meios de combate no terreno são insuficientes para resolver esta situação”, disse o autarca.
Vasco Estrela criticou ainda a atuação da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), afirmando não ver “em Mação o número de meios aéreos que estão indicados na página [13 meios aéreos, cerca das 15:00, segundo o site da ANPC]”.
“Alguma coisa está a correr mal”, criticou o autarca, acrescentando que, “numa hora crítica, estiveram mais de uma hora sem qualquer meio aéreo”.
Contactado pela Lusa, o vice-presidente da Câmara de Mação, António Louro disse ainda que a aldeia de Louriceira “está cercada pelas chamas”.
Este incêndio de Mação é proveniente de Vila de Rei, distrito de Castelo Branco, e deflagrou em Aboboreira às 00:01, segundo a página da ANPC, tendo diminuído de intensidade nas primeiras horas da manhã, mantendo, no entanto, duas frentes ativas que terão “tocado” durante a noite as aldeias de Cerro do Outeiro, Casalinho, Serra e Abobobeira, sem causar feridos ou danos em habitações.
“As duas frentes estão agora menos ativas, tendo diminuído de intensidade nas últimas horas devido à descida das temperaturas e aumento de humidade, e estamos num ponto crítico para resolver este problema uma vez que as primeiras horas da manhã são decisivas para que possamos conter o avanço das chamas”, disse à Lusa, cerca das 09:00, António Louro, vice-presidente da autarquia.
De acordo com a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil, cerca das 15:45, estavam no terreno 310 operacionais, apoiados por 88 meios terrestres e 13 meios aéreos.
De acordo com a mesma página, estavam várias estradas cortadas, nomeadamente a EN 244-3, entre Louriceira e Serra, a EM 1284, entre Chão Codes e Vila de Rei, a EM 548, entre Chão de Codes e Aboboreira, e os Caminhos Municipais (CM) 1284, 75, e 1285.
14:00 – As chamas voltaram a ganhar grande intensidade em Mação onde o fogo corre agora descontrolado. A aldeia de Vale de Amêndoa vai ser evacuada. A previsão é de vento forte durante a tarde. As chamas dirigem-se para Aboboreira e vila de Mação.
10:30 – O incêndio que lavra em Mação “diminuiu de intensidade” nas últimas horas, mas mantém duas frentes ativas tendo “tocado” durante a noite as aldeias de Cerro do Outeiro, Casalinho, Serra e Abobobeira. “As duas frentes estão agora menos ativas, tendo diminuído de intensidade nas últimas horas devido à descida das temperaturas e aumento de humidade, e estamos num ponto crítico para resolver este problema uma vez que as primeiras horas da manhã são decisivas para que possamos conter o avanço das chamas”, disse António Louro, vice-presidente da autarquia.
“Durante a noite, o vento dificultou em muito o trabalho dos operacionais e foram atingidas parcialmente pelas chamas as aldeias de Cerro do Outeiro, Casalinho, Serra e Abobobeira”, na União de Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira, “mas os bombeiros conseguiram defender as pessoas e as casas, sendo que os mais idosos e acamados haviam sido transferidos atempadamente para as instalações da Santa Casa da Misericórdia de Mação”, acrescentou.
Questionado sobre o número de meios a operar em Mação, António Louro disse “não haver falta de meios no terreno neste momento”, tendo destacado o trabalho noturno de seis máquinas de rastos que estiveram a abrir aceiros para conter o avanço do fogo.
O incêndio de Mação é proveniente de Vila de Rei, distrito de Castelo Branco. De acordo com a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil, cerca das 09:45, estavam no terreno 387 operacionais, apoiados por 108 meios terrestres e cinco meios aéreos.
De acordo com a mesma página, às 09:00, estavam várias estradas cortadas, nomeadamente a EN 244-3 entre Louriceira e Serra, EM 1284 entre Chão Codes e Vila de Rei, EM 548, entre Chão de Codes e Aboboreira, CM 1284, CM 75, e CM 1285.
08:35 – Incêndio em Mação acalmou nas últimas horas, mas mantém duas frentes ativas. Aldeias de Cerro do Outeiro, Casalinho, Serra e Abobobeira foram atingidas parcialmente pelas chamas, durante a noite, mas os bombeiros conseguiram defender as pessoas e as casas. As primeiras horas desta manhã são decisivas para debelar este sinistro e não há falta de meios no terreno neste momento, segundo disse ao mediotejo.net António Louro, vice-presidente da CM Mação. No local estavam, cerca das 08:35, para além de seis máquinas de rastos, 345 operacionais, apoiados por 101 viaturas e três meios aéreos.
Vias cortadas às 08:35: EN 244-3 entre Louriceira e Serra; EM 1284 entre Chão Codes e Vila de Rei; EM 548 entre Chão de Codes e Aboboreira. CM 1284; CM 75; CM 1285.
04:23 – O vice-presidente da Câmara Municipal de Mação, António Louro, disse esta madrugada que as chamas ardem “com bastante intensidade” e não há “o mínimo de controlo” sobre a situação. “[O fogo] arde com bastante intensidade e ainda não há intervenções que permitam considerar que haja o mínimo de controlo da situação”, disse à Lusa pelas 04:00 de hoje.
Três aldeias continuam cercadas pelas chamas, mas não foi considerado necessário proceder à sua evacuação, tendo em conta a existência de meios no terreno a proteger as habitações. “O fogo neste momento encontra-se na envolvente de três aldeias, Serra, Casalinho e Aboboreira. Continua a lavrar com bastante intensidade, não há qualquer controlo neste momento. Existem meios entre o fogo e as casas, existem meios no local a tentar proteger as habitações (…) Há retirada de populações pontuais, mais frágeis, mas não se pode considerar que foram evacuadas”, explicou, indicando que a dimensão das localidades faz também com que tenham “capacidade de proteção”.
De acordo com a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil estão no terreno 259 operacionais e 72 meios terrestres. O incêndio de Mação é proveniente do de Vila de Rei, distrito de Castelo Branco.
01:16 – “A situação é muito complicada em Mação, as chamas passaram as aldeias de Cerro do Outeiro e Louriceira cerca das 22:00, e estão a ameaçar agora as aldeias de Aboboreira, Serra e Casalinho” disse, cerca das 00:50, o presidente da Câmara de Mação, tendo acrescentado que o incêndio está “a progredir com grande violência para aquelas localidades e para a estrada de Chão de Codes – Sardoal”, apresentando “várias frentes e muitas projeções”.
Vasco Estrela disse ainda que os serviços municipais estão, a esta hora, (cerca das 00:50) a “concentrar idosos e acamados em Aboboreira e Casalinho para os transferir para a Santa Casa da Misericórdia” de Mação.
Segundo a página da Proteção Civil, cerca da 01:00, o sinistro de Mação, na localidade de Aboboreira, foi registado às 00:01, e tem 5 operacionais no terreno, apoiados por uma viatura.
00:12 – As chamas de um incêndio provenientes de um reacendimento em Vila de Rei, passaram as aldeias de Louriceiro e Cerro do Outeiro, no concelho de Mação, e estão a ameaçar agora as aldeias de Aboboreira, Serra e Casalinho, segundo disse ao mediotejo.net o autarca maçaense Vasco Estrela. O presidente da CM Mação disse ainda que as chamas avançam com grande violência para a estrada de Chão de Codes – Sardoal, e que tem várias frentes e muitas projeções.
22:39 – Um incêndio lavra desde as 21:47 em Tomar, na localidade de Casais, estando a ser combatido, às 22:40, por 28 operacionais, apoiados por 8 viaturas.
22:22 – A Autoridade nacional de Proteção Civil abre às 22:07 registo de ocorrência de incêndio em curso em Roda, freguesia de Cardigos, Mação. Segundo a página da ANPC, às 22:22 estavam no terreno 10 operacionais apoiados por duas viaturas.
22:00 – O incêndio de Vila de Rei entrou “com força” no concelho de Mação, disse ao mediotejo.net o presidente da Câmara, Vasco Estrela, às 21:51. Em Vila de Rei estavam, cerca das 22:44, no terreno, 800 operacionais apoiados por 238 viaturas.

21:30 – Um forte reacendimento em Vila de Rei estava ao início da noite a preocupar novamente as autoridades deste concelho e também as de Mação, pela entrada iminente do fogo na área concelhia e pela proximidade de aldeias na linha da frente do incêndio, que lavrava às 21:30 com muita intensidade.
Em Vila de Rei, o fogo “vai descontrolado perto das aldeias da Borda da Ribeira, Casal Novo e Marmoural e os meios estão posicionados à espera dele para o combater, uma vez que lavra em zona de difícil acesso, grandes declives, e numa área florestal adulta, com árvores muito grandes”, disse ao mediotejo.net o vice-presidente da autarquia, Paulo César. Em Vila de Rei a preocupação é a de “defender pessoas e bens”, estando garantida mais uma noite de muito trabalho e apreensão.
Em Mação, a situação é “complicada”, segundo disse ao mediotejo.net o presidente da autarquia, Vasco Estrela. “O incêndio está nos limites do concelho, estamos à espera dele e temos os meios pré-posicionados para o combate”, disse o autarca, referindo a proximidade de aldeias e povoados como Cerro do Outeiro, Louriceira, Casal Novo, Chão de Lopes e Chão de Codes. “As pessoas que iam regressar a suas casas em Louriceira e Cerro do Outeiro já voltaram para trás porque a situação está complicada” e não oferece segurança aos habitantes.
Incêndios: Castelo Branco e Vila Real concentram atenções, Lisboa com três fogos – LUSA
19:00 – Os incêndios em Castelo Branco e Vila Real eram os mais ativos na tarde de hoje, quando Lisboa regista também três fogos, em Vila Franca de Xira, Sintra e Loures, segundo um balanço às 19:00 da Proteção Civil.
No segundo ‘briefing’ do dia, feito na sede da Autoridade Nacional de Proteção Civil em Carnaxide, Lisboa, a adjunta de operações Patrícia Gaspar disse que só hoje deflagraram 130 incêndios, havendo 12 casos às 19:00.
Nesta tarde, disse, os bombeiros estão especialmente atentos aos fogos de Louriçal do Campo, que se estendeu ao Fundão, e de Vila de Rei, onde se temem reativações, apesar de o fogo estar dominado. Ribeira de Pena, em Vila Real, é outro foco de atenção.
O incêndio que deflagrou em Louriçal do Campo, freguesia do concelho de Castelo Branco, tem três frentes ativas e na sua progressão para o concelho do Fundão tem levado à necessidade de evacuar localidades, disse Patrícia Gaspar, acrescentando que continua cortada ao trânsito a autoestrada 23 (A23) e ainda a ligação ferroviária entre Castelo Branco e o Fundão.
O fogo de Louriçal atinge zonas como a de Castelo Novo, Vale de Prazeres ou Soalheira, no conselho do Fundão.
Quanto aos incêndios no distrito de Lisboa, disse a responsável que o de Vila Franca de Xira tinha às 19:00 uma frente e estava a ser combatido por 126 operacionais, com 37 meios auxiliares. Em Sintra (S. João das Lampas), também com uma frente, combatiam as chamas 127 operacionais, com 37 veículos e o apoio de dois meios aéreos.
O incêndio de Loures tinha duas frentes ativas mas sem qualquer situação critica.
c/LUSA
