Tramagal Sport União (TSU) com exposição comemorativa de 100 anos do clube. No sábado lança o livro do centenário. Foto: mediotejo.net

No âmbito do “Programa das Comemorações do I Centenário” do Tramagal Sport União (TSU), clube fundado a 1 de maio de 1922, o Salão de Baile do Teatro Tramagalense/Tuna Tramagalense, acolheu no dia 1 de novembro a inauguração da exposição “Imagens, Merchandising e Troféus” que refletem o historial do popular clube da borboleta.

Esta exposição do I Centenário do Tramagal Sport União, que apresenta, além de cuidados registos fotográficos, a Taça Avelar Machado, primeiro troféu conquistado pelo TSU em 1924, ou antigos e equipamentos e chuteiras em travessas usadas em tempos idos, reflete o ecletismo da instituição espelhada na exibição de inúmeras figuras que fizeram parte da história em diferentes modalidades, desde o futebol, cruzando o atletismo, a pesca e o basquetebol, entre outras.

TSU inaugura exposição comemorativa de 100 anos do clube. Foto: mediotejo.net

João Serafim presidente da direção do TSU, fez as honras da casa na sessão de inauguração:

ÁUDIO | JOÃO SERAFIM, PRESIDENTE DA DIREÇÃO DO TSU:

A sessão de inauguração contou com a presença de dezenas de populares, diretores do clube e da Comissão do I Centenário, a par de representantes autárquicos de Tramagal, na pessoa do presidentes da Junta e da Assembleia de Freguesia, assim como do município de Abrantes, que esteve representado pelo assessor para o Desporto, Nuno Gomes, ele próprio antigo atleta do TSU.

Fernando Brazão, presidente da Assembleia Geral e da Comissão do I Centenário do TSU, descreveu ao meditejo.net o que as pessoas vã poder encontrar nesta exposição e algumas das atividades que ainda vão decorrer no âmbito de umas comemorações que se estendem até ao próximo dia 30 de abril.

ÁUDIO | FERNANDO BRAZÃO, PRESIDENTE DA COMISSÃO DO I CENTENÁRIO:

A exposição poderá ser visitada até ao dia 8 de dezembro, aos sábados das 15h00 às 20h00 e aos domingos e feriados, das 15h00 às 19h00.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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