Alfredo Mota, sócio nº 1 do TSU, morreu no dia 9 de junho de 2018, aos 91 anos. Foto: mediotejo.net

Morreu hoje Alfredo Mota Pereira, aos 91 anos. Alfredo Mota era Sócio Honorário do Tramagal Sport União (TSU), por decisão aprovada pelos sócios por unanimidade e aclamação em abril último, sendo ainda o sócio nº 1 do popular clube tramagalense, fundado a 1 de maio de 1922.

Alfredo Mota Pereira nasceu em 1927, e está ligado ao TSU de forma indelével. Foi o mais jovem presidente da coletividade, com apenas 18 anos, num período difícil em plena II Guerra Mundial.

A Assembleia do TSU foi unânime em abril e aplaudiu de pé a aprovação de Alfredo Mota como sócio honorário.
É a primeira vez que tal distinção recai num sócio do emblemático clube “metalúrgico”. Foto: mediotejo.net

Era o presidente em exercício quando o clube conquistou o primeiro título, em 1953, selado com uma goleada em Alpiarça por 5-0. Valeu o título de Campeão Distrital da 2ª Divisão da Associação de Futebol de Santarém da qual o TSU é sócio fundador. Alfredo Mota foi também presidente da Mesa da Assembleia Geral desta Associação.

As cerimónias fúnebres decorrem este domingo, dia 10 de junho, às 16:00, na Igreja Nossa Senhora da Oliveira, seguindo para o cemitério de Tramagal. Os restos mortais de Alfredo Mota estão desde a tarde deste sábado na Casa Mortuária de Tramagal.

Alfredo Mota ainda fez questão de ver o primeiro relvado no campo do seu TSU, num jogo em que o Tramagal venceu o Atalaiense por 1-0, em novembro de 2017. Curiosamente, o TSU despede-se este domingo dos jogos em casa nesta época perante o mesmo Atalaiense, em jogo agendado para as 17:00. Foto: mediotejo.net

À família enlutada e ao TSU, o jornal mediotejo.net endereça as mais sentidas condolências.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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