Fábrica da Mitsubishi Fuso Truck Europe, em Tramagal. Foto: DR

A XIV edição do ’24 Horas de Logística’ vai decorrer este ano 2019 na fábrica da Mitsubishi Fuso Truck Europe, no Tramagal, anunciou a Supply Chain Magazine. O evento consiste numa ação de formação em formato competição entre equipas de diversas empresas durante 24 horas consecutivas, e é composto por múltiplas provas práticas e teóricas alusivas às cadeias de abastecimentos.

Depois da base logística do grupo Os Mosqueteiros, em Alcanena, será novamente na região do distrito de Santarém o palco da 14.ª edição das 24 Horas de Logística, nos dias 18 e 19 de maio, “perspectivando-se que venha a ser mais uma grande edição desta competição/acção de formação que traz os logísticos e a logística dos bastidores para a linha da frente”, pode ler-se na mesma informação.

A Mitsubishi Fuso, avança, “abraçou prontamente o desafio de abrir as suas portas à comunidade logística e ser anfitriã da 14.ª edição das 24 Horas de Logística”. Ali, os desafios são para ser superados, como já acontece diariamente com a produção do primeiro veículo comercial de mercadorias eléctrico do mundo, a FUSO eCanter.

É da unidade do Tramagal que o modelo está a sair para os mercados Europeu e Norte-Americano, em simultâneo com a viatura comercial Fuso Canter convencional.

As 24 Horas de Logística são um evento anual organizado pela Sfori, em parceria com a Supply Chain Magazine. O evento consiste numa acção de Formação em formato competição entre equipas de diversas empresas durante 24 horas consecutivas, e é composto por múltiplas provas práticas e teóricas alusivas às cadeias de abastecimentos.

A edição anterior ocorreu em maio e estabeleceu o número recorde de 41 provas na Plataforma Logística do Intermarché, em Alcanena. Próxima paragem: Tramagal, fábrica da Mitsubishi Fuso Truck Europe, nos dias 18 e 19 de maio.

Para mais informações sobre o evento, esclarecimento de dúvidas e inscrições poderá contactar a Supply Chain Magazine.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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