Mariana Marques, 13 anos, aluna do 8º ano da escola E.B. 2,3/S Octávio Duarte Ferreira de Tramagal, participou no Campeonato Regional de Atletismo no lançamento do peso, 60m barreiras e 4x80m, tendo pulverizado o seu anterior recorde de lançamento do peso com um lançamento a 12 metros e 91 centímetros, mais de um metro sobre a sua anterior melhor marca.

A competição, que envolveu cerca de 350 atletas, decorreu no dia 19 de abril no Estádio 1º de Maio, em Lisboa – Inatel, tendo Mariana Marques partido para esta prova com um recorde pessoal de 11,80. “Fez 12,91 com o engenho de 3kg no lançamento do peso, marca que deve ser a melhor marca nacional da época no escalão de iniciados femininos”, disse ao mediotejo.net a sua professora e treinadora, Susana Estriga, visivelmente orgulhosa.

Com este resultado, a aluna da escola de Tramagal foi apurada para o Nacional de Iniciados do Desporto Escolar que se realizará em Braga.

“Como professora da Mariana, considero que este resultado de excelente nível, é fruto da qualidade do trabalho que a aluna tem realizado nos treinos do Desporto Escolar e no SCA. Após um período familiar muito conturbado que teve consequências menos positivas no seu rendimento escolar e desportivo, a Mariana está agora a pouco e pouco a encontrar o equilíbrio emocional que precisava”, disse a professora.

“O Tramagal tem escola de referência desportiva em atletismo e por isso estes alunos competem no Grupo Equipa da Octávio Duarte Ferreira”, frisou.

Coletivamente a escola de Tramagal alcançou os seguintes resultados:

2º Lugar – Iniciados Femininos

3º Lugar – Iniciados Masculinos

5º Lugar – Juvenis Femininos

MAIS PÓDIUNS

Arminda Maculuve – 3º lugar no salto em altura, 150cm. juvenil (Tramagal)

Luisa Burguete Cunha – 2º Lugar nos 1500m (Escola Manuel Fernandes)

Barbara Dias – 3º lugar nos 1500m iniciados (Miguel de Almeida)

Diogo Silva – 2º lugar nos 1500m iniciados (Solano de Abreu)

José Matos – 2º Lugar nos 100m barreiras no escalão juvenil (Manuel Fernandes)

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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