Tramagal acolhe no domingo a prova de abertura do corta mato distrital. Foto: mediotejo.net

Decorreu no Tramagal (Abrantes), no local onde existiu uma das melhores pistas de cinza do distrito de Santarém, que muitas e boas recordações trará a muitos atletas que por ali passaram, o Corta-Mato de Abertura da Associação de Atletismo de Santarém, reunindo alguma centenas de atletas de 19 clubes do distrito.

Numa espetacular jornada de Atletismo, numa manhã algo cinzenta mas de temperatura amena, cedo os atletas faziam-se chegar ao parque desportivo da vila e o reconhecimento do local foi a tarefa principal e prioritária. Apesar da chuva dos últimos dias, o piso parecia muito bom, pista bem marcada, tudo bons ingredientes para uma boa jornada.

Foram 19 os clubes que se fizeram representar, num total de 210 atletas, 117 do setor masculino e 93 do feminino, divididos por 15 escalões.

E foi bonito o que se viu. Rostos carregados espelham o esforço despendido durante a prova, que mal termina se transforma num largo sorriso com o desafio proposto superado, ou seja, ultrapassar a linha de meta.

Tramagal acolheu prova de abertura do corta mato distrital. Foto: mediotejo.net

De parabéns estão os atletas e a Associação Atletismo de Santarém por trazer esta prova até a vila de Tramagal. Parabéns redobrados para o TSU, por conseguir voltar a trazer uma prova desta envergadura em ano do seu centenário e aos seus atletas e dirigentes que se esmeraram para pôr este evento de pé e a todos receber com esmero.  Resultados completos AQUI.

Cláudia Mendes, atleta TSU

ÁUDIO | CLÁUDIA MENDES, ATLETA DO TSU:

Rita Costa, atleta SL Benfica

ÁUDIO | RITA COSTA, ATLETA DO SL BENFICA:

Ana Catarina, atleta União de Tomar

ÁUDIO | ANA CATARINA, ATLETA DO UNIÃO DE TOMAR:

A autarquia de Abrantes, junta de freguesia e os dirigentes do TSU prometem tudo fazer para dar continuidade a estes eventos em Tramagal, que muito público levou à zona desportiva da vila. 

VIDEO/ENTREVISTAS:

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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