A fadista Carminho vai atuar no Entroncamento no dia 2 de março. Foto arquivo: mediotejo.net

Desde o lançamento de «Maria», Carminho embarcou numa longa digressão internacional com passagem pelos quatro cantos do globo, desde a Europa, América Latina, América do Norte, Ásia, uma longa lista de mais de 20 países, um pouco por todo o mundo. Agora é a vez de voltar a Portugal. Carminho reserva o primeiro quadrimestre de 2020 para levar «Maria» a teatros e auditórios de norte a sul, para espetáculos únicos, especiais e intimistas.  Este sábado, dia 11 de janeiro, às 21:30, sobe ao palco do Teatro Virgínia, em Torres Novas, já com lotação esgotada.

Esta será a grande oportunidade para se ver, ouvir e sentir «Maria» ao vivo, um álbum que conta com a sua produção e inclui várias canções de sua autoria. Um disco verdadeiramente emocionante, aclamado pela crítica e já considerado um dos seus melhores trabalhos.

Carminho é uma grande voz do fado e uma das artistas portuguesas com maior projeção internacional. Filha da conceituada fadista Teresa Siqueira, estreou-se a cantar em público aos doze anos, no Coliseu. O fado esteve sempre tão presente que nunca pensou que pudesse ser a sua profissão. Todo o seu percurso tem revelado uma artista de decisões firmes e ponderadas, que nunca se esquece das suas origens, que transporta em si uma linguagem de vários séculos, mas que se revela atual na sua geração, com os olhos postos no mundo e no futuro.

Os bilhetes já se encontram esgotados, havendo três lugares disponíveis dos quatro que o Virgínia reserva para pessoas com mobilidade reduzida. O Teatro Virgínia de Torres Novas tem capacidade para acolher 599 pessoas, quatro das quais com mobilidade reduzida.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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